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Maori -
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1
|Habacuque 3:1|
¶ He inoi na Hapakuku poropiti, ko Hikionoto te waiata.
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2
|Habacuque 3:2|
E Ihowa, kua rongo ahau i tou rongo, wehi ana ahau: e Ihowa, kia ora tau mahi i waenganui o nga tau, kia matauria i waenganui o nga tau; i te mea e riri ana, mahara ki te tohu tangata.
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3
|Habacuque 3:3|
¶ I haere mai te Atua i Temana, te Mea Tapu i Maunga Parana. (Hera. Hei hipoki tona kororia mo nga rangi; ki tonu te whenua i te whakamoemiti ki a ia.
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4
|Habacuque 3:4|
Ko tona tiahotanga ano ko te marama; he hihi e puta ana mai i tona ringa: i reira ano te hunanga o tona kaha.
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5
|Habacuque 3:5|
I mua i a ia te mate uruta e haere ana, i puta ano te mura whanariki i ona waewae.
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6
|Habacuque 3:6|
Tu ana ia, a whanganga ana e ia te whenua; i titiro ia, a titaria ana e ia nga iwi; rerere ana nga maunga onamata, piko ana nga pukepuke o mua: ko ona ara koia ano kei onamata.
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7
|Habacuque 3:7|
I kite ahau, kei te tuatea nga teneti o Kuhana; wiri ana nga tauarai o te whenua o Miriana.
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8
|Habacuque 3:8|
I riri ranei a Ihowa ki nga awa? Ki nga awa ranei tou riri? Ki te moana ranei tou riri? I haere ai koe i runga i au hoiho, i au hariata whakaora?
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9
|Habacuque 3:9|
I meinga tau kopere kia noho tahanga: ko nga oati ki nga hapu he kupu pono. (Hera. Wahia ana e koe te whenua ki nga awa.
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10
|Habacuque 3:10|
I kite nga maunga i a koe, a wehi ana; i pahemo ake te waipuke o nga wai: i puaki te reo o te rire, a ara ana ona ringa ki runga.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva