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Maori -
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1
|Joel 1:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Hoera tama a Petuere.
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2
|Joel 1:2|
Whakarongo ki tenei, e nga kaumatua, kia whai taringa, e nga tangata katoa o te whenua. I o koutou ra ranei tenei, i nga ra ranei o o koutou matua?
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3
|Joel 1:3|
Korerotia taua mea ki a koutou tamariki, ma a koutou tamariki ano hoki e korero ki a ratou tamariki, a ma a ratou tamariki e korero ki tetahi atu whakatupuranga.
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4
|Joel 1:4|
Ko te toenga a te whangawhanga pau ake i te mawhitiwhiti; ko te toenga a te mawhitiwhiti pau ake i te tatarakihi: a ko te toenga a te tatarakihi pau ake i te moka.
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5
|Joel 1:5|
E ara, e te hunga haurangi, e tangi; aue, e nga kaiinu waina katoa, ki te waina hou; kua whakakorea nei hoki ma o koutou mangai.
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6
|Joel 1:6|
Kei te haere mai tetahi iwi ki toku whenua, he kaha, e kore e taea te tatau: ko ona niho he niho raiona, he niho purakau ona no te raiona katua.
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7
|Joel 1:7|
Kore ake i a ia taku waina, ko taku piki tihorea ake e ia: poto rawa te peha i a ia, akiri rawa; ko ona manga meinga ana kia ma.
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8
|Joel 1:8|
¶ E tangi, kia rite ki te tamahine kua oti te whitiki ki te kakahu taratara, e tangi ana ki te makau o tona tamahinetanga.
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9
|Joel 1:9|
Kua whakakahoretia te whakahere totokore me te ringihanga i roto i te whare o Ihowa; kei te tangi nga tohunga, nga minita a Ihowa.
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10
|Joel 1:10|
Kua he te mara, kei te tangi te oneone; no te mea kua mate te witi, kua maroke te waina hou, kua kahakore te hinu.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva