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Maori -
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1
|Joel 2:1|
¶ Whakatangihia te tetere ki Hiona; hei whakaoho ki toku maunga tapu, kia wiri nga tangata katoa o te whenua: kei te haere mai hoki te ra o Ihowa, kua tata;
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2
|Joel 2:2|
He ra pouri, he ra tukupu, he ra kapua, he pouri kerekere, ano ko te ata kua horapa noa atu i runga i nga maunga; he iwi nui, kaha, kahore ona rite i mua, kahore hoki he pera i nga wa i muri a taea noatia nga tau o nga whakatupuranga maha.
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3
|Joel 2:3|
I mua i a ratou ko te ahi e kai ana, i muri i a ratou ko te mura e ngiha ana; ko te whenua i mua i a ratou me te mea ko te kari o Erene, a i muri i a ratou he koraha ururua; ae ra, kahore he mea i puta i a ratou.
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4
|Joel 2:4|
Ko to ratou ahua kei to nga hoiho; ko ta ratou oma rite tonu ki ta te kaieke hoiho.
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5
|Joel 2:5|
E peke ana ratou ano ko te haruru o nga hariata i runga i nga tihi o nga maunga, ano ko te haruru o te mura ahi e kai ana i te kakau witi, ki te iwi kaha kua oti te whakararangi mo te whawhai.
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6
|Joel 2:6|
Ka mamae nga iwi i to ratou aroaro: ka koma nga kanohi katoa.
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7
|Joel 2:7|
Ko ta ratou oma rite tonu ki ta nga marohirohi; ko ta ratou piki i te taiepa rite tonu ki ta nga tangata whawhai; haere tonu ratou i tona ara, i tona ara, kahore o ratou ara e korara.
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8
|Joel 2:8|
Kahore tetahi e tutetute i tona hoa; ka haere ratou i tona ara, i tona ara; a ka huaki ratou ma roto i nga rakau o te riri, a kahore e tapeka i to ratou ara.
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9
|Joel 2:9|
Ka peke ratou ki runga ki te pa; ka oma ratou i runga i te taiepa; ka piki ratou ki roto ki nga whare; ka tomo ratou i nga matapihi, ano he tahae.
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10
|Joel 2:10|
Ru ana te whenua i to ratou aroaro; wiri ana nga rangi: ko te ra me te marama, pouri tonu, ka mutu ano te titi o nga whetu.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva