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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Jó 15:11|
He iti rawa ranei mou nga whakamarie a te Atua, te kupu ngawari e hoatu ana ki a koe?
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12
|Jó 15:12|
He aha koe i kahakina atu ai e tou ngakau? He aha hoki ou kanohi i kimokimo ai,
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13
|Jó 15:13|
I tahuri ai tou wairua ki te whakahe i te Atua? i puaki ai ena kupu i tou mangai?
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14
|Jó 15:14|
He aha te tangata, e ma ai ia? te whanau ranei a te wahine, e tika ai?
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15
|Jó 15:15|
Nana, kahore ia e whakawhirinaki ki ana mea tapu; kahore hoki nga rangi e ma ki tana titiro.
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16
|Jó 15:16|
Katahi ia te he rawa ko te mea whakarihariha, ko te mea poke, ko te tangata e inu nei i te kino ano he wai.
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17
|Jó 15:17|
¶ Maku e whakaatu ki a koe, whakarongo mai ki ahau; ko te mea kua kitea e ahau, maku e korero atu.
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18
|Jó 15:18|
He mea korero mai na nga mohio, he whakarerenga iho na o ratou matua: kihai hoki i huna e ratou:
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19
|Jó 15:19|
Ki a ratou nei anake te homaitanga o te whenua; kihai hoki te tangata ke i tika i waenganui i a ratou.
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20
|Jó 15:20|
E whakamamae ana te tangata kino i ona ra katoa, ara i te maha o nga tau e haupu nei mo te kaitukino.
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva