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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Jó 20:11|
E ki ana ona wheua i te tamarikitanga; engari ka takoto tahi me ia i roto i te puehu.
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12
|Jó 20:12|
Ahakoa reka te kino i roto i tona mangai, ahakoa huna e ia i raro i tona arero;
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13
|Jó 20:13|
Ahakoa manawapatia noatia e ia, a kahore e mahue i a ia, heoi pupuri tonu i roto i tona mangai;
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14
|Jó 20:14|
Otira ka puta ke tana kai i roto i ona whekau, ko te au o nga ahipi i roto i a ia.
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15
|Jó 20:15|
I horomia e ia te taonga, ka ruakina mai ano e ia; ma te Atua e akiri mai i roto i tona kopu.
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16
|Jó 20:16|
Ka ngotea e ia te huware whakamate o nga ahipi; ka mate ano ia i te arero o te waipera.
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17
|Jó 20:17|
E kore ia e kite i nga awa, i nga wai rere o te honi, o te pata.
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18
|Jó 20:18|
Ko tana i uaua ai ka whakahokia e ia, e kore ano e horomia; ko tana utu ka rite ki ona taonga; e kore ano e koa ki reira.
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19
|Jó 20:19|
Nana hoki i tukino nga rawakore, whakarerea iho; murua ana e ia he whare, a e kore e hanga ano e ia.
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20
|Jó 20:20|
I te mea kahore ia i kite i te tatutanga i roto i a ia, e kore ano etahi o nga mea e matea nuitia ana e ia e mau ki a ia.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva