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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Jó 28:21|
He mea huna atu na hoki i nga kanohi o nga mea ora katoa, ngaro rawa i nga manu o te rangi.
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22
|Jó 28:22|
E ki ake ana te whakangaromanga raua ko te mate, i hakiri o maua taringa ki tona rongo.
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23
|Jó 28:23|
E mohio ana te Atua ki tona ara, kua kite ano ia i tona wahi.
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24
|Jó 28:24|
E titiro ana hoki ia ki nga pito o te whenua, e kite ana ia i nga mea i raro i te rangi, a puta noa;
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25
|Jó 28:25|
E mea ana i te whakataimaha mo te hau; ae, e mehua ana ia i nga wai ki te mehua.
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26
|Jó 28:26|
I a ia e whakatakoto ana i te tikanga mo te ua, i te huarahi mo te uira o te whatitiri,
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27
|Jó 28:27|
Ka kitea e ia i reira, a whakapuakina mai ana; i whakaukia e ia, a ata rapua ana e ia.
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28
|Jó 28:28|
A ka mea ia ki te tangata, Na, ko te wehi ki te Ariki, ko te whakaaro nui tena; a ko te mawehe atu i te kino, koia te matauranga.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva