-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
11
|Jó 4:11|
Ngaro ana te raiona katua i te kore kai, a marara noa atu nga kuao a te raiona.
-
12
|Jó 4:12|
¶ Na i kawea pukutia mai he korero ki ahau, a kapohia ana e toku taringa he komuhumuhu.
-
13
|Jó 4:13|
I nga whakaaroaronga, no nga kite o te po, i te mea ka au iho te moe a te tangata,
-
14
|Jó 4:14|
Ka pa te wehi ki ahau, me te ihiihi, a wiri ana oku wheua katoa.
-
15
|Jó 4:15|
Na ka tika atu he wairua i toku aroaro, tutu ana nga huruhuru o toku kikokiko.
-
16
|Jó 4:16|
Tu ana ia, otiia kihai ahau i mohio ki tona mata; he ahua te mea i toku aroaro: tu puku ana; na ka rongo ahau i te reo e ki ana,
-
17
|Jó 4:17|
He nui atu ranei te tika o te tangata i to te Atua? He nui atu ranei i to tona Kaihanga to ma o te tangata?
-
18
|Jó 4:18|
Nana, kahore rawa ia e whakawhirinaki ki ana pononga; a ki tana, he he kei ana anahera.
-
19
|Jó 4:19|
Tera atu to te hunga e noho ana i roto i nga whare uku, he puehu to ratou turanga; mongamonga kau ratou i te aroaro o te purehurehu.
-
20
|Jó 4:20|
I waenganui o te ata, o te ahiahi, ka whakangaromia ratou; huna ana ratou ake tonu atu, te ai tetahi hei whakaaro atu.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva