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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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32
|Jó 41:32|
E hangaia ana e ia he huarahi kia marama i muri i a ia; tera e maharatia he hina te moana.
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33
|Jó 41:33|
I te whenua nei kahore he mea hei rite mona, he mea i hanga nei kahore ona wehi.
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|Jó 41:34|
E titiro ana ia ki nga mea tiketike katoa: he kingi ia mo nga tama katoa a te whakapehapeha.
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1
|Jó 42:1|
¶ A no ra ko Hopa ki a Ihowa; i mea ia,
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2
|Jó 42:2|
E mohio ana ahau e taea e koe nga mea katoa, a e kore tetahi whakaaro ou e taea te pehi.
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3
|Jó 42:3|
Ko wai tenei e huna nei i te whakaaro, a kahore nei he matauranga? No reira korerotia ana e ahau he mea kihai i mohiotia e ahau, he mea whakamiharo rawa, e kore nei e taea e ahau, a kihai i mohiotia e ahau.
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4
|Jó 42:4|
Tena ra, whakarongo, a ka korero ahau; ka ui ahau ki a koe, a mau e whakaatu mai ki ahau.
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5
|Jó 42:5|
I rongo ahau ki a koe, he rongo na te taringa; tena ko tenei, ka kite a kanohi nei ahau i a koe,
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|Jó 42:6|
Na whakarihariha ana ahau ki ahau ano, a ka ripeneta i roto i te puehu, i te pungarehu.
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7
|Jó 42:7|
¶ Heoi i te mutunga o ta Ihowa korero i enei kupu ki a Hopa, na ka mea a Ihowa ki a Eripata Temani, Kua mura toku riri ki a koe, ki a koutou ko ou hoa tokorua: no te mea kihai koutou i korero i te mea tika moku, kihai i rite ki ta taku pononga, ki ta Hopa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva