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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Romanos 4:1|
¶ He aha ra, ki ta tatou, te mea i riro i a Aperahama, i to tatou tupuna i runga i te kikokiko?
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2
|Romanos 4:2|
Mehemea hoki na nga mahi i tika ai a Aperahama, he mea tana e whakamanamana ai ia; otira kahore ki te Atua.
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3
|Romanos 4:3|
E pehea ana oti ta te karaipiture? I whakapono a Aperahama ki te Atua, a whakairia ana hei tika mona.
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4
|Romanos 4:4|
Na he tangata e mahi ana, e kore e kiia te utu mona he mea aroha noa, engari he mea mo tana.
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5
|Romanos 4:5|
Otira ko te tangata kahore e mahi, engari e whakapono ana ki te kaiwhakatika i te tangata karakiakore, ka whakairia tona whakapono hei tika mona.
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6
|Romanos 4:6|
Pera hoki me ta Rawiri korero i te manaaki ki te tangata, ka whakairia nei e te Atua he tika ki a ia, motu ke i nga mahi,
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7
|Romanos 4:7|
I ki ai ia, Ka hari te hunga kua oti a ratou mahi tutu te muru, o ratou hara te hipoki:
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8
|Romanos 4:8|
Ka hari te tangata e kore nei e whakairia e te Ariki he hara ki a ia.
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9
|Romanos 4:9|
¶ E korerotia ana ranei tenei haringa mo te kotinga, mo te kotingakore ano ranei? e mea ana hoki tatou, I whakairia tona whakapono hei tika mo Aperahama.
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10
|Romanos 4:10|
He pehea ra te whakairinga? i a ia i te kotinga, i te kotingakore ranei? He teka i a ia i te kotinga, engari i te kotingakore:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva