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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Romanos 7:1|
¶ Kahore ano koutou kia matau, e oku teina, e korero ana hoki ahau ki te hunga matau ki te ture, hei rangatira te ture mo te tangata i te wa e ora ai ia?
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2
|Romanos 7:2|
Ko te wahine whai tane hoki, e mau ana ano ia i te ture ki te tane i a ia e ora ana; ki te mate ia te tane, kua mawheto ia i te ture a te tane.
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3
|Romanos 7:3|
Na, ki te riro ia i te tangata ke i tana tane e ora ana ano, ka kiia ia he wahine puremu: tena ka mate te tane, e atea ana a i te ture, ka kore ia e puremu ahakoa riro i te tangata ke.
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4
|Romanos 7:4|
Heoi ko koutou ano hoki, e oku teina, kua meinga kia tupapaku ki te ture, na te tinana o te Karaiti; kia riro ai koutou i tetahi atu, ara i tera i whakaarahia i te hunga mate, kia whai hua ai tatou ki te Atua.
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5
|Romanos 7:5|
I a tatou hoki i te kikokiko, e mahi ana nga hihiritanga o nga hara, e whakaohokia nei e te ture, i roto i o tatou wahi, a hua ake ko te mate.
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6
|Romanos 7:6|
Ko tenei kua mawheto mai tatou i te ture, kua mate hoki tatou ki te mea i puritia ai tatou; no reira e mahi ana tatou i runga i te houtanga o te wairua, kahore i runga i te tawhitotanga o te kupu tuhituhi.
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7
|Romanos 7:7|
¶ Kia pehea ra he kupu ma tatou? He hara ranei te ture? Kahore rapea. Engari kihai ahau i matau ki te hara, me i kaua te ture: kahore hoki ahau i mohio ki te hiahia apo, me i kaua te ture te mea mai, Aua koe e hiahia apo.
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8
|Romanos 7:8|
Na, ka mau te hara ki tenei, a ka mahi i nga hiahia apo katoa i roto i ahau, he mea na te ture. Ki te kore hoki te ture ka mate te hara.
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9
|Romanos 7:9|
I ora hoki ahau i mua i te korenga o te ture: no te taenga mai ia o te kupu whakahau, ka ora ake te hara, a mate iho ahau.
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10
|Romanos 7:10|
Na, ko te kupu whakahau i meinga ra hei ora, kitea ketia ana tenei hei mate moku.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva