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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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15
|Romanos 16:15|
Oha atu ki a Piroroku raua ko huria, ki a Nireu raua ko tona tuahine, ki a Orimapa ratou ko te hunga tapu katoa e noho ana i a ratou.
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16
|Romanos 16:16|
Oha atu tetahi ki tetahi, hei te kihi tapu ano. Tenei te oha atu nei nga hahi katoa a te Karaiti ki a koutou.
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17
|Romanos 16:17|
¶ Na he tohe tenei naku ki a koutou, e oku teina, tirohia iho te hunga e mahi ana i nga wehewehenga, i nga tutukitanga waewae, he mea puta ke i te whakaakoranga i whakaakona ai koutou: tahuri atu i a ratou.
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18
|Romanos 16:18|
Ko te hunga pera hoki kahore i te mahi ki to tatou Ariki, ki a Ihu Karaiti, engari ki to ratou ake kopu: e tinihanga ana hoki ratou i nga ngakau o te hunga kinokore ki a ratou korero maeneene, ki a ratou kupu whakapaipai.
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19
|Romanos 16:19|
Kua paku hoki ki nga tangata katoa te rongo o to koutou ngohengohe. Koia ahau ka hari nei ki a koutou: e mea ana hoki ahau kia whai whakaaro koutou ki te pai, kia kuware ki te mea kino.
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20
|Romanos 16:20|
Na tera te Atua o te rangimarie e hohoro te kuru i a Hatana ki raro i o koutou waewae. Kia tau ki a koutou te aroha noa o to tatou Ariki, o Ihu Karaiti.
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21
|Romanos 16:21|
¶ Tenei te oha atu nei ki a koutou a Timoti, toku hoa mahi a Ruhiu, a Hahona, a Hohipate, oku whanaunga.
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22
|Romanos 16:22|
Ko ahau tenei, ko Teretiu, ko te kaituhituhi o tenei pukapuka, te oha atu nei ki a koutou i roto i te Ariki.
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23
|Romanos 16:23|
Tenei te oha atu nei ki a koutou a Kaiu te kaiatawhai oku, o te hahi katoa. Tenei te oha atu nei a Eratu, kaitiaki o nga mea o te pa, raua ko te teina, ko Kuaratu.
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24
|Romanos 16:24|
Kia tau ki a koutou katoa te aroha noa o to tatou Ariki, o Ihu Karaiti. Amine.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva