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Maori -
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1
|Sofonias 1:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Tepania tama a Kuhi, tama a Keraria, tama a Amaria, tama a Hetekia, i nga ra o Hohia tama a Amono, kingi o Hura.
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2
|Sofonias 1:2|
Ka poto rawa i ahau nga mea katoa i runga i te mata o te oneone, e ai ta Ihowa.
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3
|Sofonias 1:3|
Ka poto i ahau te tangata, te kararehe; ka poto i ahau te manu o te rangi, me te ika o te moana, nga tutukitanga waewae ngatahi ano ko te hunga kino; ka hatepea atu ano e ahau te tangata i runga i te mata o te oneone, e ai ta Ihowa.
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4
|Sofonias 1:4|
Ka totoro ano toku ringa ki runga ki a Hura, ki nga tangata katoa ano o Hiruharama; ka hatepea atu e ahau i tenei wahi nga toenga o Paara, me te ingoa o nga Kemarimi, ratou ko nga tohunga;
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5
|Sofonias 1:5|
Me te hunga e koropiko ana i runga i nga tuanui ki te ope o te rangi; ratou ko te hunga e koropiko ana, e oati ana i a Ihowa, me te oati ano ratou i a Marakama;
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6
|Sofonias 1:6|
Me te hunga i tahuri atu nei i te whai i a Ihowa, me te hunga kihai nei i ui ki a Ihowa, kihai ano i rapu i a ia.
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7
|Sofonias 1:7|
¶ Whakarongoa i te aroaro o te Ariki, o Ihowa, ka tata hoki te ra o Ihowa, kua takoto hoki ta Ihowa patunga tapu, kua whakatapua hoki e ia ana manuhiri.
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8
|Sofonias 1:8|
Na i te ra o ta Ihowa patunga tapu, ka whiua e ahau nga rangatira, ratou ko nga tama a te kingi, ko te hunga katoa ano he kakahu ke o ratou.
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9
|Sofonias 1:9|
A taua ra ka whiua e ahau te hunga katoa e tupekepeke ana i runga i te paepae, e whakaki ana i nga whare o o ratou ariki ki te nanakia, ki te tinihanga.
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10
|Sofonias 1:10|
A taua ra, e ai ta Ihowa, ka karanga te reo i te kuwaha ika, he aue hoki i te wahi tuarua, a he nui te pakaru i nga pukepuke.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva