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Maori -
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1
|Sofonias 2:1|
¶ Huihui, ae ra, huihui i a koutou, e te iwi kahore nei he whakama;
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2
|Sofonias 2:2|
I te mea kiano te ture i whai hua, a kiano i pahemo te ra ano he papapa, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te mura o to Ihowa riri, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te ra o to Ihowa riri.
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3
|Sofonias 2:3|
Rapua a Ihowa, e te hunga mahaki katoa o te whenua, e te hunga e mahi ana i tana i whakarite ai; rapua te tika, rapua te tikanga mahaki: me kahore koutou e piri i te ra o to Ihowa riri.
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4
|Sofonias 2:4|
¶ No te mea tera a Kaha ka mahue, ka ururuatia a Ahakerono: ka peia atu a Aharoro i te poutumarotanga, ka hutia atu hoki a Ekerono.
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5
|Sofonias 2:5|
Aue, te mate mo nga tangata i nga tahatika o te moana, mo te iwi o nga Kereti! Kua korero a Ihowa i te he mou, e Kanaana, e te whenua o nga Pirihitini; ka ngaro koe i ahau, kahore he tangata hei noho.
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6
|Sofonias 2:6|
A ka waiho te tahatika o te moana hei haerenga hipi, me nga whare mo nga hepara, me nga taiepa mo nga hipi.
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7
|Sofonias 2:7|
Ka waiho ano te tahatika mo nga toenga o te whare o Hura, ka whangaia e ratou a ratou hipi ki reira; ka takoto i te ahiahi i roto i nga whare o Ahakerono: no te mea ka tirotirohia ratou e Ihowa, e to ratou Atua, a ka whakahokia mai e ia i te whak arau.
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8
|Sofonias 2:8|
¶ Kua rongo ahau i ta Moapa tawai, i nga taunu a nga tama a Amona, i ta ratou tawai ki taku iwi, i ta ratou whakatete mo to ratou rohe kia nui.
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9
|Sofonias 2:9|
Mo reira e ora ana ahau, e ai ta Ihowa o nga mano, ta te Atua o Iharaira, he pono ka rite a Moapa ki Horoma, nga tama a Amona ki Komora, hei tupuranga ongaonga, hei rua tote, hei ururua, a ake ake: ma nga toenga o taku iwi ratou e pahua, hei kain ga tupu ratou mo nga morehu o aku tangata.
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10
|Sofonias 2:10|
Hei utu tenei ki a ratou mo to ratou whakapehapeha, mo ta ratou rawai, mo ta ratou whakakake ki te iwi o Ihowa o nga mano.
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Sugestões

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15 de agosto LAB 593
CRESCIMENTO E AMADURECIMENTO
Jeremias 17-19
Na faculdade, vi uma planta crescer de maneira muito rápida e surpreendente. Dentre os vários bebedouros d’água espalhados pelo campus do centro universitário, havia um que ficava bem junto à portaria. Ele era diferente dos demais por ter o jato d’água muito forte. Até hoje, ele é assim. Se você aperta o botãozinho e não põe a boca para beber a água, ele joga um jato d’água a uns três metros de distância. Naquela época, no pedacinho de gramado que havia ao redor daquele bebedouro, a equipe de paisagismo plantou ali três mudinhas de coqueiro. Não sei o nome do coqueiro, mas é aquele tipo de palmeira ornamental. E nós alunos gostávamos de brincar de apertar o botão do bebedouro jogando a água sem bebê-la, só para ver a água cair bem em cima de um desses coqueiros. E o tempo foi passando, começou a notar-se que aquela mudinha de coqueiro que ficou vítima do jato d’água do bebedouro, por ter sido plantada bem ali, começou a ficar diferente das outras! Sério! Ela parecia mais viçosa. Então brincávamos: “Vejam! Estou colaborando com a jardinagem, apertando esse bebedouro aqui...” No inverno, eu chegava a ficar com dó daquela plantinha, em ver tanta água tão fria a abater-se sobre ela, o tempo todo. Os anos se passaram. Muitas e muitas pessoas, ao tomar a água daquele bebedouro, terminam deixando-a espirrar naquele coqueiro, e o resultado é que quando eu volto lá hoje, vejo três grandes palmeiras, mas com um detalhe: uma delas é muito, muito, muito maior do que as outras. Seu tronco é muito mais forte, e de uma espessura muito superior. Ela pode oferecer uma sombra muito maior. Hoje, quando o jato d’água vem do bebedouro, não cai mais por cima da planta. Ele bate ao pé do grande e maior de todos os coqueiros.
Sabe o que isso significa?
Significa o que você vai ler na leitura de hoje, em Jeremias 17. O homem que se afasta do Senhor é como um arbusto no deserto, longe d’água. Ele seca e morre. Mas a pessoa cuja confiança está no Senhor é como uma árvore plantada junto às águas. A palmeira do bebedouro! Cresce, floresce, fica linda, deixa as pessoas felizes, sorri para a vida e tem muito a oferecer.
Que tipo de pessoa você quer ser?
A vida do coqueiro da nossa história não era um mar-de-rosas. Ele vivia molhado, com água gelada. Mas compensou. Se você quiser ser recompensado também, precisa deixar que o oleiro, de Jeremias 18-19, quebre-o, molhe-o, corte-o, amasse-o, remodele-o, asse-o e, enfim, apresente-o como obra-prima das mãos de um Deus perfeito.
Valdeci Júnior
Fátima Silva