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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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|2 Crônicas 18:3|
Ahab king of Israel asked Jehoshaphat king of Judah, “Will you go with me against Ramoth Gilead?” Jehoshaphat replied, “I am as you are, and my people as your people; we will join you in the war.”
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4
|2 Crônicas 18:4|
But Jehoshaphat also said to the king of Israel, “First seek the counsel of the LORD.”
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5
|2 Crônicas 18:5|
So the king of Israel brought together the prophets — four hundred men — and asked them, “Shall we go to war against Ramoth Gilead, or shall I refrain?” “Go,” they answered, “for God will give it into the king’s hand.”
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6
|2 Crônicas 18:6|
But Jehoshaphat asked, “Is there not a prophet of the LORD here whom we can enquire of?”
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7
|2 Crônicas 18:7|
The king of Israel answered Jehoshaphat, “There is still one man through whom we can enquire of the LORD, but I hate him because he never prophesies anything good about me, but always bad. He is Micaiah son of Imlah.” “The king should not say that,” Jehoshaphat replied.
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8
|2 Crônicas 18:8|
So the king of Israel called one of his officials and said, “Bring Micaiah son of Imlah at once.”
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9
|2 Crônicas 18:9|
Dressed in their royal robes, the king of Israel and Jehoshaphat king of Judah were sitting on their thrones at the threshing-floor by the entrance to the gate of Samaria, with all the prophets prophesying before them.
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10
|2 Crônicas 18:10|
Now Zedekiah son of Kenaanah had made iron horns, and he declared, “This is what the LORD says: `With these you will gore the Arameans until they are destroyed.’“
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11
|2 Crônicas 18:11|
All the other prophets were prophesying the same thing. “Attack Ramoth Gilead and be victorious,” they said, “for the LORD will give it into the king’s hand.”
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12
|2 Crônicas 18:12|
The messenger who had gone to summon Micaiah said to him, “Look, as one man the other prophets are predicting success for the king. Let your word agree with theirs, and speak favourably.”
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva