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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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|2 Crônicas 34:12|
The men did the work faithfully. Over them to direct them were Jahath and Obadiah, Levites descended from Merari, and Zechariah and Meshullam, descended from Kohath. The Levites — all who were skilled in playing musical instruments —
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|2 Crônicas 34:13|
had charge of the labourers and supervised all the workers from job to job. Some of the Levites were secretaries, scribes and doorkeepers.
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|2 Crônicas 34:14|
While they were bringing out the money that had been taken into the temple of the LORD, Hilkiah the priest found the Book of the Law of the LORD that had been given through Moses.
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|2 Crônicas 34:15|
Hilkiah said to Shaphan the secretary, “I have found the Book of the Law in the temple of the LORD.” He gave it to Shaphan.
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|2 Crônicas 34:16|
Then Shaphan took the book to the king and reported to him: “Your officials are doing everything that has been committed to them.
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|2 Crônicas 34:17|
They have paid out the money that was in the temple of the LORD and have entrusted it to the supervisors and workers.”
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|2 Crônicas 34:18|
Then Shaphan the secretary informed the king, “Hilkiah the priest has given me a book.” And Shaphan read from it in the presence of the king.
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|2 Crônicas 34:19|
When the king heard the words of the Law, he tore his robes.
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|2 Crônicas 34:20|
He gave these orders to Hilkiah, Ahikam son of Shaphan, Abdon son of Micah, [Also called Acbor son of Micaiah] Shaphan the secretary and Asaiah the king’s attendant:
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21
|2 Crônicas 34:21|
“Go and enquire of the LORD for me and for the remnant in Israel and Judah about what is written in this book that has been found. Great is the LORD’s anger that is poured out on us because our fathers have not kept the word of the LORD; they have not acted in accordance with all that is written in this book.”
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva