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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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16
|Deuteronômio 21:16|
when he wills his property to his sons, he must not give the rights of the firstborn to the son of the wife he loves in preference to his actual firstborn, the son of the wife he does not love.
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17
|Deuteronômio 21:17|
He must acknowledge the son of his unloved wife as the firstborn by giving him a double share of all he has. That son is the first sign of his father’s strength. The right of the firstborn belongs to him.
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18
|Deuteronômio 21:18|
If a man has a stubborn and rebellious son who does not obey his father and mother and will not listen to them when they discipline him,
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19
|Deuteronômio 21:19|
his father and mother shall take hold of him and bring him to the elders at the gate of his town.
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20
|Deuteronômio 21:20|
They shall say to the elders, “This son of ours is stubborn and rebellious. He will not obey us. He is a profligate and a drunkard.”
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21
|Deuteronômio 21:21|
Then all the men of his town shall stone him to death. You must purge the evil from among you. All Israel will hear of it and be afraid.
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22
|Deuteronômio 21:22|
If a man guilty of a capital offence is put to death and his body is hung on a tree,
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23
|Deuteronômio 21:23|
you must not leave his body on the tree overnight. Be sure to bury him that same day, because anyone who is hung on a tree is under God’s curse. You must not desecrate the land the LORD your God is giving you as an inheritance.
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1
|Deuteronômio 22:1|
If you see your brother’s ox or sheep straying, do not ignore it but be sure to take it back to him.
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2
|Deuteronômio 22:2|
If the brother does not live near you or if you do not know who he is, take it home with you and keep it until he comes looking for it. Then give it back to him.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva