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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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23
|Deuteronômio 22:23|
If a man happens to meet in a town a virgin pledged to be married and he sleeps with her,
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24
|Deuteronômio 22:24|
you shall take both of them to the gate of that town and stone them to death — the girl because she was in a town and did not scream for help, and the man because he violated another man’s wife. You must purge the evil from among you.
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25
|Deuteronômio 22:25|
But if out in the country a man happens to meet a girl pledged to be married and rapes her, only the man who has done this shall die.
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26
|Deuteronômio 22:26|
Do nothing to the girl; she has committed no sin deserving death. This case is like that of someone who attacks and murders his neighbour,
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27
|Deuteronômio 22:27|
for the man found the girl out in the country, and though the betrothed girl screamed, there was no-one to rescue her.
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28
|Deuteronômio 22:28|
If a man happens to meet a virgin who is not pledged to be married and rapes her and they are discovered,
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29
|Deuteronômio 22:29|
he shall pay the girl’s father fifty shekels of silver. He must marry the girl, for he has violated her. He can never divorce her as long as he lives.
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30
|Deuteronômio 22:30|
A man is not to marry his father’s wife; he must not dishonour his father’s bed.
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1
|Deuteronômio 23:1|
No-one who has been emasculated by crushing or cutting may enter the assembly of the LORD.
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2
|Deuteronômio 23:2|
No-one born of a forbidden marriage nor any of his descendants may enter the assembly of the LORD, even down to the tenth generation.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva