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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Gênesis 10:1|
This is the account of Shem, Ham and Japheth, Noah’s sons, who themselves had sons after the flood.
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2
|Gênesis 10:2|
The sons [Sons may mean descendants or successors or nations; also in verses 3, 4, 6, 7, 20-23, 29 and 31.] of Japheth: Gomer, Magog, Madai, Javan, Tubal, Meshech and Tiras.
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3
|Gênesis 10:3|
The sons of Gomer: Ashkenaz, Riphath and Togarmah.
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4
|Gênesis 10:4|
The sons of Javan: Elishah, Tarshish, the Kittim and the Rodanim. [Some manuscripts of the Masoretic Text and Samaritan Pentateuch (see also Septuagint and 1 Chron. 1:7); most manuscripts of the Masoretic Text Dodanim]
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5
|Gênesis 10:5|
(From these the maritime peoples spread out into their territories by their clans within their nations, each with its own language.)
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6
|Gênesis 10:6|
The sons of Ham: Cush, Mizraim, [That is, Egypt; also in verse 13] Put and Canaan.
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7
|Gênesis 10:7|
The sons of Cush: Seba, Havilah, Sabtah, Raamah and Sabteca. The sons of Raamah: Sheba and Dedan.
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8
|Gênesis 10:8|
Cush was the father [Father may mean ancestor or predecessor or founder; also in verses 13, 15, 24 and 26.] of Nimrod, who grew to be a mighty warrior on the earth.
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9
|Gênesis 10:9|
He was a mighty hunter before the LORD; that is why it is said, “Like Nimrod, a mighty hunter before the LORD.”
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10
|Gênesis 10:10|
The first centres of his kingdom were Babylon, Erech, Akkad and Calneh, in [Or Erech and Akkad — all of them in] Shinar. [That is, Babylonia]
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva