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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Gênesis 30:1|
When Rachel saw that she was not bearing Jacob any children, she became jealous of her sister. So she said to Jacob, “Give me children, or I’ll die!”
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2
|Gênesis 30:2|
Jacob became angry with her and said, “Am I in the place of God, who has kept you from having children?”
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3
|Gênesis 30:3|
Then she said, “Here is Bilhah, my maidservant. Sleep with her so that she can bear children for me and that through her I too can build a family.”
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4
|Gênesis 30:4|
So she gave him her servant Bilhah as a wife. Jacob slept with her,
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5
|Gênesis 30:5|
and she became pregnant and bore him a son.
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6
|Gênesis 30:6|
Then Rachel said, “God has vindicated me; he has listened to my plea and given me a son.” Because of this she named him Dan. [Dan here means he has vindicated.]
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7
|Gênesis 30:7|
Rachel’s servant Bilhah conceived again and bore Jacob a second son.
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8
|Gênesis 30:8|
Then Rachel said, “I have had a great struggle with my sister, and I have won.” So she named him Naphtali. [Naphtali means my struggle.]
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9
|Gênesis 30:9|
When Leah saw that she had stopped having children, she took her maidservant Zilpah and gave her to Jacob as a wife.
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10
|Gênesis 30:10|
Leah’s servant Zilpah bore Jacob a son.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva