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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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21
|Gênesis 47:21|
and Joseph reduced the people to servitude, [Samaritan Pentateuch and Septuagint (see also Vulgate); Masoretic Text and he moved the people into the cities] from one end of Egypt to the other.
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22
|Gênesis 47:22|
However, he did not buy the land of the priests, because they received a regular allotment from Pharaoh and had food enough from the allotment Pharaoh gave them. That is why they did not sell their land.
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23
|Gênesis 47:23|
Joseph said to the people, “Now that I have bought you and your land today for Pharaoh, here is seed for you so you can plant the ground.
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24
|Gênesis 47:24|
But when the crop comes in, give a fifth of it to Pharaoh. The other four-fifths you may keep as seed for the fields and as food for yourselves and your households and your children.”
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25
|Gênesis 47:25|
“You have saved our lives,” they said. “May we find favour in the eyes of our lord; we will be in bondage to Pharaoh.”
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26
|Gênesis 47:26|
So Joseph established it as a law concerning land in Egypt — still in force today — that a fifth of the produce belongs to Pharaoh. It was only the land of the priests that did not become Pharaoh’s.
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27
|Gênesis 47:27|
Now the Israelites settled in Egypt in the region of Goshen. They acquired property there and were fruitful and increased greatly in number.
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28
|Gênesis 47:28|
Jacob lived in Egypt seventeen years, and the years of his life were a hundred and forty-seven.
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29
|Gênesis 47:29|
When the time drew near for Israel to die, he called for his son Joseph and said to him, “If I have found favour in your eyes, put your hand under my thigh and promise that you will show me kindness and faithfulness. Do not bury me in Egypt,
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30
|Gênesis 47:30|
but when I rest with my fathers, carry me out of Egypt and bury me where they are buried.” “I will do as you say,” he said.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva