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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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4
|Gênesis 11:4|
Then they said, “Come, let us build ourselves a city, with a tower that reaches to the heavens, so that we may make a name for ourselves and not be scattered over the face of the whole earth.”
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5
|Gênesis 11:5|
But the LORD came down to see the city and the tower that the men were building.
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6
|Gênesis 11:6|
The LORD said, “If as one people speaking the same language they have begun to do this, then nothing they plan to do will be impossible for them.
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7
|Gênesis 11:7|
Come, let us go down and confuse their language so they will not understand each other.”
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8
|Gênesis 11:8|
So the LORD scattered them from there over all the earth, and they stopped building the city.
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9
|Gênesis 11:9|
That is why it was called Babel — [That is, Babylon; Babel sounds like the Hebrew for confused.] because there the LORD confused the language of the whole world. From there the LORD scattered them over the face of the whole earth.
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10
|Gênesis 11:10|
This is the account of Shem. Two years after the flood, when Shem was 100 years old, he became the father [Father may mean ancestor; also in verses 11-25.] of Arphaxad.
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11
|Gênesis 11:11|
And after he became the father of Arphaxad, Shem lived 500 years and had other sons and daughters.
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12
|Gênesis 11:12|
When Arphaxad had lived 35 years, he became the father of Shelah.
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13
|Gênesis 11:13|
And after he became the father of Shelah, Arphaxad lived 403 years and had other sons and daughters. [Hebrew; Septuagint (see also Luke 3:35, 36 and note at Genesis 10:24) 35 years, he became the father of Cainan. 13 And after he became the father of Cainan, Arphaxad lived 430 years and had other sons and daughters, and then he died. When Cainan had lived 130 years, he became the father of Shelah. And after he became the father of Shelah, Cainan lived 330 years and had other sons and daughters]
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Sugestões

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22 de junho LAB 539
SERIA ERRADO BATER PALMAS NA IGREJA?
SALMOS 46-50
As pessoas que perguntam isso não devem conhecer um verso da na leitura de hoje: “Batam palmas, vocês, todos os povos; aclamem a Deus com cantos de alegria” (Salmo 47:1).
No serviço de louvor, existem aquelas palmas que acompanham o ritmo da música. Nas Escrituras, até os elementos da Natureza são chamados a bater palmas (Isaías 55:12; Salmo 98:8 e 9). Com equilíbrio, é obvio que o louvor acompanhado das palmas alcança melhor seu objetivo de envolver a todos. É só não deixar que o ritmo seja mais enfatizado que a letra e a mensagem da música.
Os aplausos de um público para uma pessoa também são bíblicos (2Reis 11:12). Ao usar as palmas, porém, é preciso evitar o desequilíbrio do exagero, da falta de etiqueta, na descompostura e exaltação do ser humano acima de Deus. Um público cristão deve bater palmas para um cantor, um pastor ou qualquer outro ministro, simplesmente “dizendo” com suas palmas: “Louvado seja Deus, irmão, pelo seu talento!” Esse aplauso seria um tipo de um “grande ‘amém’”. O que não pode acontecer é o uso das palmas para idolatrar o aplaudido. O povo precisa ser educado quanto a isso, pois o diálogo é sempre melhor que a inibição.
Alguém poderia alegar: a) que existem poucas passagens que falem sobre o “bater palmas”; b) que provoca desordem no culto; e c) exaltação do ser humano acima de Deus.
Quanto ao primeiro item, os críticos precisam levar em consideração que, embora haja poucas passagens que falem sobre bater palmas, não existe uma passagem bíblica sequer que condene essa prática. Isso deixa a crítica em pior situação que a prática. Quanto aos dois últimos argumentos, podemos claramente perceber que eles se referem muito mais ao desequilíbrio que a uma prática equilibrada e sadia. Portanto, embora devamos respeitar a esses críticos como pessoas, devemos dialogar e crescer no entendimento de um louvor mais amplo.
A recomendação bíblica de Salmo 47:1 não é um mandamento obrigatório. Bater palmas na igreja é uma questão cultural. Ela deve usar as melhores formas de expressão existentes em sua cultura que levem a maioria a adorar. Se a maior parte dos membros louva, adora, reconhece e interage melhor com as palmas, que as palmas sejam usadas com equilíbrio, para a honra e glória de Deus. Em muitos lugares do mundo, nossa igreja tem esse costume. Mas, por outro lado, se a maioria das pessoas ainda não consegue se sentir bem com a presença das palmas no serviço de adoração, não compensa usar um elemento que não edificará os crentes (1Coríntios 10:31).
De qualquer forma, louve ao Senhor!
Valdeci Júnior
Fátima Silva