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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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12
|Mateus 15:12|
Then the disciples came to him and asked, “Do you know that the Pharisees were offended when they heard this?”
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13
|Mateus 15:13|
He replied, “Every plant that my heavenly Father has not planted will be pulled up by the roots.
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14
|Mateus 15:14|
Leave them; they are blind guides. [Some manuscripts: guides of the blind] If a blind man leads a blind man, both will fall into a pit.”
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15
|Mateus 15:15|
Peter said, “Explain the parable to us.”
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16
|Mateus 15:16|
“Are you still so dull?” Jesus asked them.
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17
|Mateus 15:17|
“Don’t you see that whatever enters the mouth goes into the stomach and then out of the body?
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18
|Mateus 15:18|
But the things that come out of the mouth come from the heart, and these make a man `unclean’.
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19
|Mateus 15:19|
For out of the heart come evil thoughts, murder, adultery, sexual immorality, theft, false testimony, slander.
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20
|Mateus 15:20|
These are what make a man `unclean’; but eating with unwashed hands does not make him `unclean’.”
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21
|Mateus 15:21|
Leaving that place, Jesus withdrew to the region of Tyre and Sidon.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva