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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 11:1|
ܘܐܫܬܡܥܬ ܗܘܬ ܠܫܠܝܚܐ ܘܠܐܚܐ ܕܒܝܗܘܕ ܕܐܦ ܥܡܡܐ ܩܒܠܘ ܡܠܬܐ ܕܐܠܗܐ ܀
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2
|Atos 11:2|
ܘܟܕ ܤܠܩ ܫܡܥܘܢ ܠܐܘܪܫܠܡ ܕܝܢܝܢ ܗܘܘ ܥܡܗ ܗܢܘܢ ܕܡܢ ܓܙܘܪܬܐ ܀
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3
|Atos 11:3|
ܟܕ ܐܡܪܝܢ ܕܠܘܬ ܐܢܫܐ ܥܘܪܠܐ ܥܠ ܘܠܥܤ ܥܡܗܘܢ ܀
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4
|Atos 11:4|
ܘܐܩܦ ܗܘܐ ܫܡܥܘܢ ܒܬܪ ܒܬܪ ܠܡܐܡܪ ܠܗܘܢ ܀
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5
|Atos 11:5|
ܕܟܕ ܡܨܠܐ ܗܘܝܬ ܒܝܘܦܐ ܚܙܝܬ ܒܚܙܘܐ ܕܢܚܬ ܗܘܐ ܡܐܢܐ ܚܕ ܐܝܢܐ ܕܕܡܐ ܗܘܐ ܠܟܬܢܐ ܘܐܤܝܪ ܗܘܐ ܒܐܪܒܥ ܩܪܢܬܗ ܘܫܐܒ ܗܘܐ ܡܢ ܫܡܝܐ ܘܐܬܐ ܥܕܡܐ ܠܘܬܝ ܀
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6
|Atos 11:6|
ܘܚܪܬ ܒܗ ܘܚܙܐ ܗܘܝܬ ܕܐܝܬ ܒܗ ܚܝܘܬܐ ܕܐܪܒܥܬ ܪܓܠܝܗܝܢ ܘܪܚܫܐ ܕܐܪܥܐ ܘܐܦ ܦܪܚܬܐ ܕܫܡܝܐ ܀
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7
|Atos 11:7|
ܘܫܡܥܬ ܗܘܝܬ ܩܠܐ ܕܐܡܪ ܗܘܐ ܠܝ ܫܡܥܘܢ ܩܘܡ ܟܘܤ ܘܐܟܘܠ ܀
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8
|Atos 11:8|
ܘܐܡܪܬ ܚܤ ܡܪܝ ܕܡܡܬܘܡ ܠܐ ܥܠ ܠܦܘܡܝ ܕܛܡܐ ܘܕܡܤܝܒ ܀
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9
|Atos 11:9|
ܘܬܘܒ ܩܠܐ ܐܡܪ ܠܝ ܡܢ ܫܡܝܐ ܕܡܕܡ ܕܐܠܗܐ ܕܟܝ ܐܢܬ ܠܐ ܬܤܝܒ ܀
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10
|Atos 11:10|
ܗܕܐ ܗܘܬ ܬܠܬ ܙܒܢܝܢ ܘܐܤܬܠܩ ܠܗ ܟܠܡܕܡ ܠܫܡܝܐ ܀
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva