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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 15:1|
ܢܚܬܘ ܗܘܘ ܕܝܢ ܐܢܫܐ ܡܢ ܝܗܘܕ ܘܡܠܦܝܢ ܗܘܘ ܠܗܘܢ ܠܐܚܐ ܕܐܢ ܗܘ ܕܠܐ ܓܙܪܝܢ ܐܢܬܘܢ ܒܥܝܕܐ ܕܢܡܘܤܐ ܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܡܚܐ ܀
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2
|Atos 15:2|
ܘܗܘܐ ܫܓܘܫܝܐ ܤܓܝܐܐ ܘܒܥܬܐ ܠܦܘܠܘܤ ܘܠܒܪܢܒܐ ܥܡܗܘܢ ܘܗܘܬ ܕܢܤܩܘܢ ܦܘܠܘܤ ܘܒܪܢܒܐ ܘܐܚܪܢܐ ܥܡܗܘܢ ܠܘܬ ܫܠܝܚܐ ܘܩܫܝܫܐ ܕܒܐܘܪܫܠܡ ܡܛܠ ܗܕܐ ܒܥܬܐ ܀
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3
|Atos 15:3|
ܘܠܘܝܬ ܫܕܪܬ ܐܢܘܢ ܥܕܬܐ ܘܪܕܝܢ ܗܘܘ ܒܟܠܗ ܦܘܢܝܩܐ ܘܐܦ ܒܝܬ ܫܡܪܝܐ ܟܕ ܡܫܬܥܝܢ ܗܘܘ ܥܠ ܦܘܢܝܐ ܕܥܡܡܐ ܘܥܒܕܝܢ ܗܘܘ ܚܕܘܬܐ ܪܒܬܐ ܠܟܠܗܘܢ ܐܚܐ ܀
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4
|Atos 15:4|
ܘܟܕ ܐܬܘ ܠܐܘܪܫܠܡ ܐܬܩܒܠܘ ܡܢ ܥܕܬܐ ܘܡܢ ܫܠܝܚܐ ܘܡܢ ܩܫܝܫܐ ܘܐܫܬܥܝܘ ܠܗܘܢ ܟܠ ܡܐ ܕܥܒܕ ܥܡܗܘܢ ܐܠܗܐ ܀
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5
|Atos 15:5|
ܩܡܘ ܗܘܘ ܕܝܢ ܐܢܫܐ ܐܝܠܝܢ ܕܗܝܡܢܘ ܗܘܘ ܡܢ ܝܘܠܦܢܐ ܕܦܪܝܫܐ ܘܐܡܪܝܢ ܕܘܠܐ ܗܘ ܠܟܘܢ ܠܡܓܙܪ ܐܢܘܢ ܘܬܦܩܕܘܢ ܐܢܘܢ ܕܢܛܪܘܢ ܢܡܘܤܐ ܕܡܘܫܐ ܀
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6
|Atos 15:6|
ܐܬܟܢܫܘ ܕܝܢ ܫܠܝܚܐ ܘܩܫܝܫܐ ܕܢܚܙܘܢ ܥܠ ܡܠܬܐ ܗܕܐ ܀
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7
|Atos 15:7|
ܘܟܕ ܗܘܬ ܒܥܬܐ ܤܓܝܐܬܐ ܩܡ ܫܡܥܘܢ ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܓܒܪܐ ܐܚܝܢ ܐܢܬܘܢ ܝܕܥܝܢ ܐܢܬܘܢ ܕܡܢ ܝܘܡܬܐ ܩܕܡܝܐ ܡܢ ܦܘܡܝ ܕܝܠܝ ܓܒܐ ܐܠܗܐ ܕܢܫܡܥܘܢ ܥܡܡܐ ܡܠܬܐ ܕܤܒܪܬܐ ܘܢܗܝܡܢܘܢ ܀
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8
|Atos 15:8|
ܘܐܠܗܐ ܕܝܕܥ ܕܒܠܒܘܬܐ ܐܤܗܕ ܥܠܝܗܘܢ ܘܝܗܒ ܠܗܘܢ ܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܐܝܟ ܕܠܢ ܀
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9
|Atos 15:9|
ܘܡܕܡ ܠܐ ܦܪܫ ܒܝܢܝܢ ܘܠܗܘܢ ܡܛܠ ܕܕܟܝ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܠܒܘܬܗܘܢ ܀
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10
|Atos 15:10|
ܘܗܫܐ ܐܢܬܘܢ ܡܢܐ ܡܢܤܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܐܠܗܐ ܐܝܟ ܕܬܤܝܡܘܢ ܢܝܪܐ ܥܠ ܨܘܪܝܗܘܢ ܕܬܠܡܝܕܐ ܐܝܢܐ ܕܐܦܠܐ ܐܒܗܬܢ ܐܦܠܐ ܚܢܢ ܐܫܟܚܢ ܠܡܛܥܢ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva