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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 27:1|
ܘܦܩܕ ܥܠܘܗܝ ܦܗܤܛܤ ܕܢܫܬܕܪ ܠܘܬ ܩܤܪ ܠܐܝܛܠܝܐ ܘܐܫܠܡܗ ܠܦܘܠܘܤ ܘܠܐܤܝܪܐ ܐܚܪܢܐ ܥܡܗ ܠܓܒܪܐ ܚܕ ܩܢܛܪܘܢܐ ܡܢ ܐܤܦܝܪ ܤܒܤܛܐ ܕܫܡܗ ܗܘܐ ܝܘܠܝܘܤ ܀
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2
|Atos 27:2|
ܘܟܕ ܗܘܬ ܕܢܪܕܐ ܢܚܬܢ ܠܐܠܦܐ ܕܐܝܬܝܗ ܗܘܬ ܡܢ ܐܕܪܡܢܛܘܤ ܡܕܝܢܬܐ ܘܐܙܠܐ ܗܘܬ ܠܐܬܪܐ ܕܐܤܝܐ ܘܥܠ ܗܘܐ ܥܡܢ ܠܐܠܦܐ ܐܪܤܛܪܟܘܤ ܡܩܕܘܢܝܐ ܕܡܢ ܬܤܠܘܢܝܩܐ ܡܕܝܢܬܐ ܀
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3
|Atos 27:3|
ܘܠܝܘܡܐ ܐܚܪܢܐ ܡܛܝܢ ܠܨܝܕܢ ܘܐܬܚܫܚ ܩܢܛܪܘܢܐ ܒܡܪܚܡܢܘܬܐ ܠܘܬ ܦܘܠܘܤ ܘܐܦܤ ܠܗ ܕܢܐܙܠ ܠܘܬ ܪܚܡܘܗܝ ܘܢܬܬܢܝܚ ܀
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4
|Atos 27:4|
ܘܡܢ ܬܡܢ ܪܕܝܢ ܘܡܛܠ ܕܪܘܚܐ ܤܩܘܒܠܢ ܗܘܝ ܐܬܟܪܟܢ ܥܠ ܩܘܦܪܘܤ ܀
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5
|Atos 27:5|
ܘܥܒܪܢ ܝܡܐ ܕܩܝܠܝܩܝܐ ܘܕܦܡܦܘܠܝܐ ܘܡܛܝܢ ܠܡܘܪܐ ܡܕܝܢܬܐ ܕܠܘܩܝܐ ܀
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6
|Atos 27:6|
ܘܐܫܟܚ ܬܡܢ ܩܢܛܪܘܢܐ ܐܠܦܐ ܡܢ ܐܠܟܤܢܕܪܝܐ ܕܐܙܠܐ ܗܘܬ ܠܐܝܛܠܝܐ ܘܐܘܬܒܢ ܒܗ ܀
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7
|Atos 27:7|
ܘܡܛܠ ܕܝܩܝܪܐܝܬ ܪܕܝܐ ܗܘܬ ܠܝܘܡܬܐ ܤܓܝܐܐ ܠܡܚܤܢ ܡܛܝܢ ܠܘܩܒܠ ܩܢܝܕܘܤ ܓܙܪܬܐ ܘܡܛܠ ܕܠܐ ܫܒܩܐ ܗܘܬ ܪܘܚܐ ܕܢܐܙܠ ܬܪܝܨܐܝܬ ܐܬܟܪܟܢ ܥܠ ܩܪܛܐ ܠܘܩܒܠ ܤܠܡܘܢܐ ܡܕܝܢܬܐ ܀
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8
|Atos 27:8|
ܘܠܡܚܤܢ ܟܕ ܪܕܝܢܢ ܚܕܪܝܗ ܡܛܝܢ ܠܕܘܟܬܐ ܕܡܬܩܪܝܐ ܠܡܐܢܐ ܫܦܝܪܐ ܘܩܪܝܒܐ ܗܘܬ ܠܗ ܡܕܝܢܬܐ ܕܫܡܗ ܠܐܤܐܐ ܀
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9
|Atos 27:9|
ܘܗܘܝܢ ܬܡܢ ܙܒܢܐ ܤܓܝܐܐ ܥܕܡܐ ܕܥܒܪ ܐܦ ܝܘܡܐ ܕܨܘܡܐ ܕܝܗܘܕܝܐ ܘܗܘܐ ܠܗ ܩܢܛܐ ܕܢܪܕܐ ܐܢܫ ܒܝܡܐ ܘܡܠܟ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܦܘܠܘܤ ܀
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10
|Atos 27:10|
ܘܐܡܪ ܓܒܪܐ ܚܙܐ ܐܢܐ ܕܒܐܘܠܨܢܐ ܘܒܚܘܤܪܢܐ ܤܓܝܐܐ ܗܘܝܐ ܡܪܕܝܬܢ ܠܘ ܒܠܚܘܕ ܕܡܘܒܠܗ ܕܐܠܦܢ ܐܠܐ ܐܦ ܕܢܦܫܬܢ ܕܝܠܢ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva