-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Peshitta (NT) -
-
1
|Atos 25:1|
ܘܟܕ ܐܬܐ ܦܗܤܛܘܤ ܠܩܤܪܝܐ ܒܬܪ ܬܠܬܐ ܝܘܡܝܢ ܤܠܩ ܠܐܘܪܫܠܡ ܀
-
2
|Atos 25:2|
ܘܐܘܕܥܘܗܝ ܪܒܝ ܟܗܢܐ ܘܪܫܐ ܕܝܗܘܕܝܐ ܥܠ ܦܘܠܘܤ ܘܒܥܝܢ ܗܘܘ ܡܢܗ ܀
-
3
|Atos 25:3|
ܟܕ ܫܐܠܝܢ ܠܗ ܗܕܐ ܛܝܒܘܬܐ ܕܢܫܕܪ ܢܝܬܝܘܗܝ ܠܐܘܪܫܠܡ ܟܕ ܥܒܕܝܢ ܗܘܘ ܟܡܐܢܐ ܒܐܘܪܚܐ ܕܢܩܛܠܘܢܝܗܝ ܀
-
4
|Atos 25:4|
ܘܦܗܤܛܘܤ ܦܢܝ ܦܬܓܡܐ ܕܦܘܠܘܤ ܡܬܢܛܪ ܒܩܤܪܝܐ ܘܐܢܐ ܡܤܪܗܒ ܐܢܐ ܕܐܚܙܘܩ ܀
-
5
|Atos 25:5|
ܐܝܠܝܢ ܗܟܝܠ ܕܐܝܬ ܒܟܘܢ ܕܡܛܝܐ ܒܐܝܕܝܗܘܢ ܢܚܬܘܢ ܥܡܢ ܘܥܠ ܟܠ ܤܟܠܘ ܕܐܝܬ ܒܗ ܒܓܒܪܐ ܢܩܛܪܓܘܢ ܀
-
6
|Atos 25:6|
ܘܟܕ ܗܘܐ ܬܡܢ ܝܘܡܬܐ ܬܡܢܝܐ ܐܘ ܥܤܪܐ ܢܚܬ ܠܗ ܠܩܤܪܝܐ ܘܠܝܘܡܐ ܐܚܪܢܐ ܝܬܒ ܥܠ ܒܝܡ ܘܦܩܕ ܕܢܝܬܘܢ ܠܦܘܠܘܤ ܀
-
7
|Atos 25:7|
ܘܟܕ ܐܬܐ ܚܕܪܘܗܝ ܝܗܘܕܝܐ ܕܢܚܬܘ ܡܢ ܐܘܪܫܠܡ ܘܪܫܐ ܤܓܝܐܐ ܘܩܫܝܐ ܡܝܬܝܢ ܗܘܘ ܒܬܪܗ ܐܝܠܝܢ ܕܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܗܘܘ ܕܢܚܘܘܢ ܀
-
8
|Atos 25:8|
ܘܟܕ ܦܘܠܘܤ ܢܦܩ ܗܘܐ ܪܘܚܐ ܕܠܐ ܐܤܟܠ ܡܕܡ ܠܐ ܒܢܡܘܤܐ ܕܝܗܘܕܝܐ ܘܠܐ ܒܗܝܟܠܐ ܘܠܐ ܒܩܤܪ ܀
-
9
|Atos 25:9|
ܦܗܤܛܘܤ ܕܝܢ ܡܛܠ ܕܨܒܐ ܗܘܐ ܕܢܪܫܐ ܛܝܒܘܬܐ ܒܝܗܘܕܝܐ ܐܡܪ ܠܗ ܠܦܘܠܘܤ ܨܒܐ ܐܢܬ ܕܬܤܩ ܠܐܘܪܫܠܡ ܘܬܡܢ ܥܠ ܗܠܝܢ ܬܬܕܝܢ ܩܕܡܝ ܀
-
10
|Atos 25:10|
ܥܢܐ ܦܘܠܘܤ ܘܐܡܪ ܥܠ ܒܝܡ ܕܩܤܪ ܩܐܡ ܐܢܐ ܗܪܟܐ ܗܘ ܙܕܩ ܠܝ ܠܡܬܕܢܘ ܠܐ ܡܕܡ ܚܛܝܬ ܠܝܗܘܕܝܐ ܐܝܟ ܕܐܦ ܐܢܬ ܝܕܥ ܐܢܬ ܀
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 30-32
19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva