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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 20:1|
ܘܒܬܪ ܕܫܠܝ ܫܓܘܫܝܐ ܩܪܐ ܦܘܠܘܤ ܠܬܠܡܝܕܐ ܘܒܝܐ ܐܢܘܢ ܘܢܫܩ ܐܢܘܢ ܘܢܦܩ ܐܙܠ ܠܗ ܠܡܩܕܘܢܝܐ ܀
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2
|Atos 20:2|
ܘܟܕ ܐܬܟܪܟ ܐܢܘܢ ܠܐܬܪܘܬܐ ܗܠܝܢ ܘܒܝܐ ܐܢܘܢ ܒܡܠܐ ܤܓܝܐܬܐ ܐܬܐ ܠܗ ܠܗܠܤ ܐܬܪܐ ܀
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3
|Atos 20:3|
ܘܗܘܐ ܬܡܢ ܬܠܬܐ ܝܪܚܝܢ ܥܒܕܘ ܕܝܢ ܥܠܘܗܝ ܢܟܠܐ ܝܗܘܕܝܐ ܟܕ ܥܬܝܕ ܗܘܐ ܠܡܐܙܠ ܠܤܘܪܝܐ ܘܐܬܚܫܒ ܕܢܗܦܘܟ ܠܗ ܠܡܩܕܘܢܝܐ ܀
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4
|Atos 20:4|
ܘܢܦܩܘ ܥܡܗ ܥܕܡܐ ܠܐܤܝܐ ܤܘܦܛܪܘܤ ܕܡܢ ܒܪܘܐܐ ܡܕܝܢܬܐ ܘܐܪܤܛܪܟܘܤ ܘܤܩܘܢܕܘܤ ܕܡܢ ܬܤܠܘܢܝܩܐ ܘܓܐܝܘܤ ܕܡܢ ܕܪܒܐ ܡܕܝܢܬܐ ܘܛܝܡܬܐܘܤ ܕܡܢ ܠܘܤܛܪܐ ܘܡܢ ܐܤܝܐ ܛܘܟܝܩܘܤ ܘܛܪܘܦܝܡܘܤ ܀
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5
|Atos 20:5|
ܗܠܝܢ ܐܙܠܘ ܩܕܡܝܢ ܘܩܘܝܘ ܠܢ ܒܛܪܘܐܤ ܀
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6
|Atos 20:6|
ܚܢܢ ܕܝܢ ܢܦܩܢ ܡܢ ܦܝܠܝܦܘܤ ܡܕܝܢܬܐ ܕܡܩܕܘܢܝܐ ܒܬܪ ܝܘܡܬܐ ܕܦܛܝܪܐ ܘܪܕܝܢ ܒܝܡܐ ܘܐܬܝܢ ܠܛܪܘܐܤ ܠܝܘܡܬܐ ܚܡܫܐ ܘܗܘܝܢ ܬܡܢ ܝܘܡܬܐ ܫܒܥܐ ܀
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7
|Atos 20:7|
ܘܒܝܘܡܐ ܕܚܕ ܒܫܒܐ ܟܕ ܟܢܝܫܝܢܢ ܕܢܩܨܐ ܐܘܟܪܤܛܝܐ ܡܡܠܠ ܗܘܐ ܥܡܗܘܢ ܦܘܠܘܤ ܡܛܠ ܕܠܝܘܡܐ ܐܚܪܢܐ ܥܬܝܕ ܗܘܐ ܕܢܦܘܩ ܠܗ ܘܐܓܪ ܗܘܐ ܠܡܡܠܠܘ ܥܕܡܐ ܠܦܠܓܗ ܕܠܠܝܐ ܀
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8
|Atos 20:8|
ܘܐܝܬ ܗܘܐ ܬܡܢ ܠܡܦܐܕܐ ܕܢܘܪܐ ܤܓܝܐܐ ܒܥܠܝܬܐ ܗܝ ܕܟܢܝܫܝܢ ܗܘܝܢ ܒܗ ܀
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9
|Atos 20:9|
ܘܝܬܒ ܗܘܐ ܥܠܝܡܐ ܚܕ ܕܫܡܗ ܗܘܐ ܐܘܛܟܘܤ ܒܟܘܬܐ ܘܫܡܥ ܘܛܒܥ ܒܫܢܬܐ ܝܩܝܪܬܐ ܟܕ ܐܓܪ ܗܘܐ ܒܡܠܬܐ ܦܘܠܘܤ ܘܒܫܢܬܗ ܢܦܠ ܗܘܐ ܡܢ ܬܠܬܐ ܡܕܝܪܝܢ ܘܐܫܬܩܠ ܟܕ ܡܝܬ ܀
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10
|Atos 20:10|
ܘܢܚܬ ܦܘܠܘܤ ܢܦܠ ܠܥܠ ܡܢܗ ܘܥܦܩܗ ܘܐܡܪ ܠܐ ܬܬܙܝܥܘܢ ܡܛܠ ܕܢܦܫܗ ܒܗ ܗܝ ܀
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva