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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 26:1|
ܘܐܡܪ ܐܓܪܦܘܤ ܠܦܘܠܘܤ ܡܦܤ ܠܟ ܠܡܡܠܠܘ ܥܠ ܐܦܝ ܢܦܫܟ ܗܝܕܝܢ ܦܘܠܘܤ ܦܫܛ ܐܝܕܗ ܘܢܦܩ ܗܘܐ ܪܘܚܐ ܘܐܡܪ ܀
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2
|Atos 26:2|
ܥܠ ܟܠ ܡܐ ܕܡܬܪܫܐ ܐܢܐ ܡܢ ܝܗܘܕܝܐ ܡܠܟܐ ܐܓܪܦܐ ܤܒܪ ܐܢܐ ܥܠ ܢܦܫܝ ܕܛܘܒܢܐ ܐܢܐ ܕܩܕܡܝܟ ܝܘܡܢܐ ܢܦܩ ܐܢܐ ܪܘܚܐ ܀
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3
|Atos 26:3|
ܝܬܝܪܐܝܬ ܕܝܕܥ ܐܢܐ ܕܡܦܤ ܐܢܬ ܒܟܠܗܘܢ ܙܛܡܐ ܘܢܡܘܤܐ ܕܝܗܘܕܝܐ ܡܛܠ ܗܢܐ ܒܥܐ ܐܢܐ ܡܢܟ ܕܒܡܓܪܬ ܪܘܚܐ ܬܫܡܥܢܝ ܀
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4
|Atos 26:4|
ܝܕܥܝܢ ܐܢܘܢ ܓܝܪ ܐܦ ܗܢܘܢ ܝܗܘܕܝܐ ܐܢ ܨܒܝܢ ܕܢܤܗܕܘܢ ܕܘܒܪܝ ܕܡܢ ܛܠܝܘܬܝ ܕܗܘܘ ܠܝ ܡܢ ܫܘܪܝܐ ܒܥܡܝ ܘܒܐܘܪܫܠܡ ܀
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5
|Atos 26:5|
ܡܛܠ ܕܡܢ ܢܘܓܪܐ ܡܦܤܝܢ ܒܝ ܘܝܕܥܝܢ ܕܒܝܘܠܦܢܐ ܪܫܝܐ ܕܦܪܝܫܐ ܚܝܝܬ ܀
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6
|Atos 26:6|
ܘܗܫܐ ܥܠ ܤܒܪܐ ܕܫܘܘܕܝܐ ܕܗܘܐ ܗܘܐ ܠܐܒܗܬܢ ܡܢ ܐܠܗܐ ܩܐܡ ܐܢܐ ܘܡܬܕܝܢ ܐܢܐ ܀
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7
|Atos 26:7|
ܕܥܠ ܗܢܐ ܤܒܪܐ ܬܪܬܥܤܪܐ ܫܪܒܢ ܡܤܒܪܢ ܕܢܡܢܥܢ ܒܨܠܘܬܐ ܚܦܝܛܬܐ ܕܐܝܡܡܐ ܘܕܠܠܝܐ ܘܥܠܘܗܝ ܥܠ ܗܢܐ ܤܒܪܐ ܡܬܪܫܐ ܐܢܐ ܡܢ ܐܝܕܝ ܝܗܘܕܝܐ ܡܠܟܐ ܐܓܪܦܐ ܀
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8
|Atos 26:8|
ܡܢܐ ܕܝܢܝܢ ܐܢܬܘܢ ܠܐ ܘܠܐ ܕܢܗܝܡܢ ܕܡܩܝܡ ܐܠܗܐ ܡܝܬܐ ܀
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9
|Atos 26:9|
ܐܢܐ ܓܝܪ ܡܢ ܩܕܝܡ ܤܡܬ ܒܪܥܝܢܝ ܕܤܩܘܒܠܐ ܤܓܝܐܐ ܐܤܥܘܪ ܠܘܩܒܠ ܫܡܗ ܕܝܫܘܥ ܢܨܪܝܐ ܀
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10
|Atos 26:10|
ܗܕܐ ܕܥܒܕܬ ܐܦ ܒܐܘܪܫܠܡ ܘܩܕܝܫܐ ܤܓܝܐܐ ܐܪܡܝܬ ܒܝܬ ܐܤܝܪܐ ܒܫܘܠܛܢܐ ܕܩܒܠܬ ܡܢ ܪܒܝ ܟܗܢܐ ܘܟܕ ܡܬܩܛܠܝܢ ܗܘܘ ܡܢܗܘܢ ܐܫܬܘܬܦܬ ܠܐܝܠܝܢ ܕܚܝܒܘ ܐܢܘܢ ܀
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04 de janeiro LAB 370
DESDE QUANDO?
Gênesis 12-15
De Martinho Lutero, herdamos a doutrina da justificação pela fé. Ele aprendeu isso nos escritos de Paulo. Mas o apóstolo buscou tal ensinamento junto à cruz. Então, onde tudo começou?
Abraão viveu no tempo do Velho Testamento. Será que ele foi salvo pela Lei? Pelo contrário! Não foi justificado por suas obras, mas porque creu. “Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4:3 e 5; Gálatas 3:6; Tiago 2:23; cf. Gênesis 15:6).
Um soldado do exército imperial estava condenado a morrer. A mãe daquele oficial, em lágrimas, aos pés do imperador, rogou-lhe para que seu filho fosse perdoado. Napoleão Bonaparte, de pronto, negou, porque se tratava de um reincidente e era por isso que a justiça exigia a execução do réu.
Desesperada, a mãe tentou argumentar dizendo-lhe:
- Mas não estou pedindo justiça para o meu filho, ó grande. O que peço é misericórdia, senhor, misericórdia!
O monarca replicou:
- Ele não merece misericórdia.
Ela, porém insistiu suplicando:
- Sim senhor, disso eu sei. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.
Essa verdade tocou o coração do imperador, e ele respondeu:
- Concederei a seu filho minha misericórdia.
“Se tu tivesses feito uma lista dos nossos pecados, quem escaparia da condenação? Mas tu nos perdoas, e por isso nós te tememos... ponha a sua esperança no Deus Eterno porque o seu amor é fiel, e ele sempre está disposto a salvar” (Salmo 130:3-7 - BLH). Apenas confesse seus pecados a Deus, pois “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).
A obra de Jesus, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Se você aceitá-la, alcançará misericórdia e perdão.
“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).
Resumindo, justificação pela fé é, em Seu infinito amor e misericórdia, Deus fazendo a Jesus “pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Coríntios 5:21). Através da fé em Cristo, os corações são preenchidos pelo Espírito Santo. Por meio dessa mesma fé, dom da graça de Deus (Romanos 12:3; Efésios 2:8), os pecadores arrependidos são considerados justos (Romanos 3:28). A salvação sempre aconteceu assim.
Valdeci Júnior
Fátima Silva