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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 18:1|
ܘܟܕ ܢܦܩ ܦܘܠܘܤ ܡܢ ܐܬܢܘܤ ܐܬܐ ܠܗ ܠܩܘܪܢܬܘܤ ܀
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2
|Atos 18:2|
ܘܐܫܟܚ ܬܡܢ ܓܒܪܐ ܚܕ ܝܗܘܕܝܐ ܕܫܡܗ ܗܘܐ ܐܩܠܘܤ ܕܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܡܢ ܦܢܛܘܤ ܐܬܪܐ ܕܒܗ ܒܗܘ ܙܒܢܐ ܐܬܐ ܗܘܐ ܡܢ ܐܬܪܐ ܕܐܝܛܠܝܐ ܗܘ ܘܦܪܝܤܩܠܐ ܐܢܬܬܗ ܡܛܠ ܕܦܩܕ ܗܘܐ ܩܠܘܕܝܘܤ ܩܤܪ ܕܢܦܩܘܢ ܟܠܗܘܢ ܝܗܘܕܝܐ ܡܢ ܪܗܘܡܐ ܘܐܬܩܪܒ ܠܘܬܗܘܢ ܀
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3
|Atos 18:3|
ܘܡܛܠ ܕܒܪ ܐܘܡܢܘܬܗܘܢ ܗܘܐ ܫܪܐ ܠܗ ܠܘܬܗܘܢ ܘܦܠܚ ܗܘܐ ܥܡܗܘܢ ܒܐܘܡܢܘܬܗܘܢ ܕܝܢ ܠܘܠܪܐ ܗܘܘ ܀
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4
|Atos 18:4|
ܘܡܡܠܠ ܗܘܐ ܒܟܢܘܫܬܐ ܒܟܠ ܫܒܐ ܘܡܦܝܤ ܗܘܐ ܠܝܗܘܕܝܐ ܘܠܚܢܦܐ ܀
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5
|Atos 18:5|
ܘܟܕ ܐܬܘ ܗܘܘ ܡܢ ܡܩܕܘܢܝܐ ܫܝܠܐ ܘܛܝܡܬܐܘܤ ܐܠܝܨ ܗܘܐ ܒܡܠܬܐ ܗܘ ܦܘܠܘܤ ܡܛܠ ܕܩܝܡܝܢ ܗܘܘ ܠܩܘܒܠܗ ܝܗܘܕܝܐ ܘܡܓܕܦܝܢ ܗܘܘ ܟܕ ܡܤܗܕ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܕܝܫܘܥ ܗܘܝܘ ܡܫܝܚܐ ܀
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6
|Atos 18:6|
ܘܢܦܨ ܡܐܢܘܗܝ ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܡܢ ܗܫܐ ܐܢܐ ܕܟܐ ܐܢܐ ܐܙܠ ܐܢܐ ܠܝ ܠܘܬ ܥܡܡܐ ܀
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7
|Atos 18:7|
ܘܢܦܩ ܡܢ ܬܡܢ ܘܥܠ ܠܒܝܬܗ ܕܓܒܪܐ ܕܫܡܗ ܛܛܘܤ ܐܝܢܐ ܕܕܚܠ ܗܘܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܘܒܝܬܗ ܢܩܝܦ ܗܘܐ ܠܟܢܘܫܬܐ ܀
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8
|Atos 18:8|
ܘܟܪܝܤܦܘܤ ܪܒ ܟܢܘܫܬܐ ܗܝܡܢ ܗܘܐ ܒܡܪܢ ܗܘ ܘܒܢܝ ܒܝܬܗ ܟܠܗܘܢ ܘܤܓܝܐܐ ܩܘܪܢܬܝܐ ܫܡܥܝܢ ܗܘܘ ܘܡܗܝܡܢܝܢ ܒܐܠܗܐ ܘܥܡܕܝܢ ܀
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9
|Atos 18:9|
ܘܐܡܪ ܡܪܝܐ ܒܚܙܘܐ ܠܦܘܠܘܤ ܠܐ ܬܕܚܠ ܐܠܐ ܡܠܠ ܘܠܐ ܬܫܬܘܩ ܀
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10
|Atos 18:10|
ܡܛܠ ܕܐܢܐ ܥܡܟ ܐܢܐ ܘܐܢܫ ܠܐ ܡܫܟܚ ܠܡܗܪܘܬܟ ܘܥܡܐ ܤܓܝܐܐ ܐܝܬ ܠܝ ܒܡܕܝܢܬܐ ܗܕܐ ܀
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva