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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 22:1|
ܐܚܐ ܘܐܒܗܬܐ ܫܡܥܘ ܡܦܩ ܒܪܘܚ ܕܠܘܬܟܘܢ ܀
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2
|Atos 22:2|
ܘܟܕ ܫܡܥܘ ܕܥܒܪܐܝܬ ܡܡܠܠ ܗܘܐ ܥܡܗܘܢ ܝܬܝܪܐܝܬ ܒܗܠܘ ܘܐܡܪ ܠܗܘܢ ܀
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3
|Atos 22:3|
ܐܢܐ ܓܒܪܐ ܐܢܐ ܝܗܘܕܝܐ ܘܝܠܝܕ ܐܢܐ ܒܛܪܤܘܤ ܕܩܝܠܝܩܝܐ ܐܬܪܒܝܬ ܕܝܢ ܒܗܕܐ ܡܕܝܢܬܐ ܥܠ ܓܢܒ ܪܓܠܘܗܝ ܕܓܡܠܝܐܝܠ ܘܐܬܪܕܝܬ ܓܡܝܪܐܝܬ ܒܢܡܘܤܐ ܕܐܒܗܬܢ ܘܐܝܬܝ ܗܘܝܬ ܛܢܢܐ ܕܐܠܗܐ ܐܝܟ ܡܐ ܕܐܦ ܐܢܬܘܢ ܟܠܟܘܢ ܐܝܬܝܟܘܢ ܀
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4
|Atos 22:4|
ܘܠܗܕܐ ܐܘܪܚܐ ܪܕܦܬ ܥܕܡܐ ܠܡܘܬܐ ܟܕ ܐܤܪ ܗܘܝܬ ܘܡܫܠܡ ܗܘܝܬ ܠܒܝܬ ܐܤܝܪܐ ܓܒܪܐ ܘܢܫܐ ܀
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5
|Atos 22:5|
ܐܝܟ ܡܐ ܕܤܗܕ ܥܠܝ ܪܒ ܟܗܢܐ ܘܟܠܗܘܢ ܩܫܝܫܐ ܕܡܢܗܘܢ ܩܒܠܬ ܐܓܪܬܐ ܕܐܙܠ ܠܘܬ ܐܚܐ ܕܒܕܪܡܤܘܩ ܕܐܦ ܠܗܢܘܢ ܕܐܝܬ ܗܘܘ ܬܡܢ ܐܝܬܐ ܐܢܘܢ ܠܐܘܪܫܠܡ ܟܕ ܐܤܝܪܝܢ ܘܢܩܒܠܘܢ ܡܤܡ ܒܪܫܐ ܀
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6
|Atos 22:6|
ܘܟܕ ܐܙܠ ܗܘܝܬ ܘܫܪܝܬ ܡܡܛܐ ܐܢܐ ܠܕܪܡܤܘܩ ܒܦܠܓܗ ܕܝܘܡܐ ܡܢ ܬܚܝܬ ܫܠܝܐ ܡܢ ܫܡܝܐ ܐܙܠܓ ܥܠܝ ܢܘܗܪܐ ܤܓܝܐܐ ܀
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7
|Atos 22:7|
ܘܢܦܠܬ ܥܠ ܐܪܥܐ ܘܫܡܥܬ ܩܠܐ ܕܐܡܪ ܗܘܐ ܠܝ ܫܐܘܠ ܫܐܘܠ ܡܢܐ ܪܕܦ ܐܢܬ ܠܝ ܀
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8
|Atos 22:8|
ܐܢܐ ܕܝܢ ܥܢܝܬ ܘܐܡܪܬ ܡܢ ܐܢܬ ܡܪܝ ܘܗܘ ܐܡܪ ܠܝ ܐܢܐ ܗܘ ܝܫܘܥ ܢܨܪܝܐ ܕܐܢܬ ܪܕܦ ܐܢܬ ܀
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9
|Atos 22:9|
ܘܐܢܫܐ ܕܐܝܬ ܗܘܘ ܥܡܝ ܚܙܘ ܢܘܗܪܐ ܩܠܐ ܕܝܢ ܠܐ ܫܡܥܘ ܕܗܘ ܕܡܡܠܠ ܗܘܐ ܥܡܝ ܀
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10
|Atos 22:10|
ܘܐܡܪܬ ܡܢܐ ܐܥܒܕ ܡܪܝ ܘܡܪܢ ܐܡܪ ܠܝ ܩܘܡ ܙܠ ܠܕܪܡܤܘܩ ܘܬܡܢ ܢܬܡܠܠ ܥܡܟ ܥܠ ܟܠ ܡܕܡ ܕܡܬܦܩܕ ܠܟ ܕܬܥܒܕ ܀
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva