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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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1
|Atos 6:1|
ܘܒܗܘܢ ܒܝܘܡܬܐ ܗܢܘܢ ܟܕ ܤܓܝܘ ܬܠܡܝܕܐ ܪܛܢܘ ܗܘܘ ܝܘܢܝܐ ܬܠܡܝܕܐ ܥܠ ܥܒܪܝܐ ܕܡܬܒܤܝܢ ܗܘܝ ܐܪܡܠܬܗܘܢ ܒܬܫܡܫܬܐ ܕܟܠܝܘܡ ܀
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2
|Atos 6:2|
ܘܩܪܘ ܬܪܥܤܪ ܫܠܝܚܐ ܠܟܠܗ ܟܢܫܐ ܕܬܠܡܝܕܐ ܘܐܡܪܘ ܠܗܘܢ ܠܐ ܫܦܝܪ ܕܢܫܒܘܩ ܡܠܬܐ ܕܐܠܗܐ ܘܢܫܡܫ ܦܬܘܪܐ ܀
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3
|Atos 6:3|
ܒܨܘ ܗܟܝܠ ܐܚܝ ܘܓܒܘ ܫܒܥܐ ܓܒܪܝܢ ܡܢܟܘܢ ܕܐܝܬ ܥܠܝܗܘܢ ܤܗܕܘܬܐ ܘܡܠܝܢ ܪܘܚܗ ܕܡܪܝܐ ܘܚܟܡܬܐ ܘܢܩܝܡ ܐܢܘܢ ܥܠ ܗܕܐ ܨܒܘܬܐ ܀
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4
|Atos 6:4|
ܘܚܢܢ ܢܗܘܐ ܐܡܝܢܝܢ ܒܨܠܘܬܐ ܘܒܬܫܡܫܬܐ ܕܡܠܬܐ ܀
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5
|Atos 6:5|
ܘܫܦܪܬ ܗܕܐ ܡܠܬܐ ܩܕܡ ܟܠܗ ܥܡܐ ܘܓܒܘ ܠܐܤܛܦܢܘܤ ܓܒܪܐ ܕܡܠܐ ܗܘܐ ܗܝܡܢܘܬܐ ܘܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܘܠܦܝܠܝܦܘܤ ܘܠܦܪܟܪܘܤ ܘܠܢܝܩܢܘܪ ܘܠܛܝܡܘܢ ܘܠܦܪܡܢܐ ܘܠܢܝܩܠܐܘܤ ܓܝܘܪܐ ܐܢܛܝܘܟܝܐ ܀
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6
|Atos 6:6|
ܗܠܝܢ ܩܡܘ ܩܕܡܝܗܘܢ ܕܫܠܝܚܐ ܘܟܕ ܨܠܝܘ ܤܡܘ ܥܠܝܗܘܢ ܐܝܕܐ ܀
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7
|Atos 6:7|
ܘܡܠܬܗ ܕܐܠܗܐ ܪܒܝܐ ܗܘܬ ܘܤܓܐ ܗܘܐ ܡܢܝܢܐ ܕܬܠܡܝܕܐ ܒܐܘܪܫܠܡ ܛܒ ܘܥܡܐ ܤܓܝܐܐ ܡܢ ܝܗܘܕܝܐ ܡܫܬܡܥ ܗܘܐ ܠܗܝܡܢܘܬܐ ܀
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8
|Atos 6:8|
ܐܤܛܦܢܘܤ ܕܝܢ ܡܠܐ ܗܘܐ ܛܝܒܘܬܐ ܘܚܝܠܐ ܘܥܒܕ ܗܘܐ ܐܬܘܬܐ ܘܬܕܡܪܬܐ ܒܥܡܐ ܀
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9
|Atos 6:9|
ܘܩܡܘ ܗܘܘ ܐܢܫܐ ܡܢ ܟܢܘܫܬܐ ܕܡܬܩܪܝܐ ܕܠܝܒܪܛܝܢܘ ܘܩܘܪܝܢܝܐ ܘܐܠܟܤܢܕܪܝܐ ܘܕܡܢ ܩܝܠܝܩܝܐ ܘܡܢ ܐܤܝܐ ܘܕܪܫܝܢ ܗܘܘ ܥܡ ܐܤܛܦܢܘܤ ܀
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10
|Atos 6:10|
ܘܠܐ ܡܫܟܚܝܢ ܗܘܘ ܠܡܩܡ ܠܘܩܒܠ ܚܟܡܬܐ ܘܪܘܚܐ ܕܡܡܠܠܐ ܗܘܬ ܒܗ ܀
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva