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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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41
|Atos 7:41|
ܘܥܒܕܘ ܠܗܘܢ ܥܓܠܐ ܒܝܘܡܬܐ ܗܢܘܢ ܘܕܒܚܘ ܕܒܚܐ ܠܦܬܟܪܐ ܘܡܬܒܤܡܝܢ ܗܘܘ ܒܥܒܕ ܐܝܕܝܗܘܢ ܀
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42
|Atos 7:42|
ܘܗܦܟ ܐܠܗܐ ܘܐܫܠܡ ܐܢܘܢ ܕܢܗܘܘܢ ܦܠܚܝܢ ܠܚܝܠܘܬܐ ܕܫܡܝܐ ܐܝܟ ܕܟܬܝܒ ܒܟܬܒܐ ܕܢܒܝܐ ܠܡܐ ܐܪܒܥܝܢ ܫܢܝܢ ܒܡܕܒܪܐ ܢܟܤܬܐ ܐܘ ܕܒܚܬܐ ܩܪܒܬܘܢ ܠܝ ܒܢܝ ܐܝܤܪܝܠ ܀
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43
|Atos 7:43|
ܐܠܐ ܫܩܠܬܘܢ ܡܫܟܢܗ ܕܡܠܟܘܡ ܘܟܘܟܒܗ ܕܐܠܗܐ ܕܪܦܢ ܕܡܘܬܐ ܕܥܒܕܬܘܢ ܕܬܗܘܘܢ ܤܓܕܝܢ ܠܗܝܢ ܐܫܢܝܟܘܢ ܠܗܠ ܡܢ ܒܒܠ ܀
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44
|Atos 7:44|
ܗܐ ܡܫܟܢܐ ܕܤܗܕܘܬܐ ܕܐܒܗܬܢ ܒܡܕܒܪܐ ܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܐܝܟ ܡܐ ܕܦܩܕ ܗܘ ܕܡܠܠ ܥܡ ܡܘܫܐ ܠܡܥܒܕܗ ܒܕܡܘܬܐ ܕܚܘܝܗ ܀
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45
|Atos 7:45|
ܘܠܗ ܠܗܢܐ ܡܫܟܢܐ ܐܦ ܡܥܠܘ ܐܥܠܘܗܝ ܐܒܗܬܢ ܥܡ ܝܫܘܥ ܠܐܪܥܐ ܕܝܗܒ ܠܗܘܢ ܐܠܗܐ ܝܘܪܬܢܐ ܡܢ ܥܡܡܐ ܗܢܘܢ ܕܫܕܐ ܡܢ ܩܕܡܝܗܘܢ ܘܐܬܝܒܠ ܥܕܡܐ ܠܝܘܡܘܗܝ ܕܕܘܝܕ ܀
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46
|Atos 7:46|
ܗܘ ܕܐܫܟܚ ܪܚܡܐ ܩܕܡܘܗܝ ܕܐܠܗܐ ܘܫܐܠ ܕܢܫܟܚ ܡܫܟܢܐ ܠܐܠܗܗ ܕܝܥܩܘܒ ܀
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47
|Atos 7:47|
ܫܠܝܡܘܢ ܕܝܢ ܒܢܐ ܠܗ ܒܝܬܐ ܀
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48
|Atos 7:48|
ܘܡܪܝܡܐ ܠܐ ܫܪܐ ܒܥܒܕ ܐܝܕܝܐ ܐܝܟ ܕܐܡܪ ܢܒܝܐ ܀
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49
|Atos 7:49|
ܕܫܡܝܐ ܟܘܪܤܝ ܘܐܪܥܐ ܟܘܒܫܐ ܕܬܚܝܬ ܪܓܠܝ ܐܝܢܘ ܒܝܬܐ ܕܬܒܢܘܢ ܠܝ ܐܡܪ ܡܪܝܐ ܐܘ ܐܝܢܘ ܐܬܪܐ ܕܢܝܚܬܝ ܀
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50
|Atos 7:50|
ܠܐ ܗܐ ܐܝܕܐ ܕܝܠܝ ܥܒܕܬ ܗܠܝܢ ܟܠܗܝܢ ܀
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Sugestões

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16 de julho LAB 563
SILENCIOSAS PALAVRAS
Provérbios 25-27
Estamos aqui, mais uma vez, felizes, alegres e empolgados, “juntos”, por dentro da Bíblia: estamos ligados em algo que é comum para nós, em algo que nos leva a um só pensamento, que é justamente o livro no qual nós cremos, a Bíblia, a Palavra de Deus.
Os provérbios que devemos ler hoje são muito interessantes e, para variar, sábios. A palavra dita ao seu tempo, na nossa leitura, diz que é como maçãs de ouro em salvas de prata. Na tradução da Nova Versão Internacional está escrito que “a palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustadas numa escultura, numa moldura, de prata.” Ou seja, palavra certa, na hora certa, não tem dinheiro que paga. E se a palavra é boa quando é dita no tempo certo, então, é óbvio que existe também o tempo do silêncio, tempo em que é melhor não existirem as palavras.
Ao fazermos silêncio, desenvolvemos a capacidade de ouvir. Essa capacidade é tão importante como a de falar.
Isso me lembra uma história do mundo grego antigo. Diz que uma vez, teve um rapaz que pediu para que Sócrates ensinasse a ele tudo o que pudesse sobre oratória. Esse jovem queria aprender a arte de falar bem em público, buscando a ajuda, nada mais nada menos, do filósofo que foi simplesmente um dos maiores pensadores da Grécia antiga. A ele, muito se deve hoje da filosofia ocidental. Esse rapaz que queria ser aluno de Sócrates falava demais. Então, Sócrates exigiu o dobro do preço normal pelas aulas.
O rapaz ficou indignado e perguntou ao mestre:
- Mas por que o senhor está me cobrando o dobro?
Então Sócrates respondeu:
- É porque terei que ensinar a você duas ciências: uma é a que você está me pedindo, que é sobre como falar em público; mas a outra terei que ensinar antes dessa, que é acerca de como refrear a língua. Isso parece fácil: dominar a língua - Sócrates continuou explicando - mas não é. Primeiro, você precisa ser versado em conseguir dominar a língua deixando-a em repouso quando necessário, caso contrário, sofrerá grandes e graves consequências. E o pior, conseguirá gerar muita perturbação.
Essas palavras de Sócrates têm validade até hoje. O livro de Tiago ensina isso no capítulo três. Nossas palavras podem constituir tanto uma fonte de força e encorajamento quanto de fraqueza e desalento; elas podem tanto edificar quanto dilacerar.
Diante disso, o que fazer? Permita que o poder da Palavra de Deus controle sua mente, porque ela é boa. Isso você pode fazer lendo a Bíblia. Ah! E leia em silêncio, ok? Rs rs rs.
Valdeci Júnior
Fátima Silva