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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Peshitta (NT) -
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35
|Atos 2:35|
ܥܕܡܐ ܕܐܤܝܡ ܒܥܠܕܒܒܝܟ ܟܘܒܫܐ ܠܪܓܠܝܟ ܀
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36
|Atos 2:36|
ܫܪܝܪܐܝܬ ܗܟܝܠ ܢܕܥ ܟܠܗ ܒܝܬ ܐܝܤܪܝܠ ܕܡܪܝܐ ܘܡܫܝܚܐ ܥܒܕܗ ܐܠܗܐ ܠܗܢܐ ܝܫܘܥ ܕܐܢܬܘܢ ܙܩܦܬܘܢ ܀
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37
|Atos 2:37|
ܘܟܕ ܫܡܥܘ ܗܠܝܢ ܐܬܓܢܚܘ ܒܠܒܗܘܢ ܘܐܡܪܘ ܠܫܡܥܘܢ ܘܠܫܪܟܐ ܕܫܠܝܚܐ ܡܢܐ ܢܥܒܕ ܐܚܝܢ ܀
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38
|Atos 2:38|
ܐܡܪ ܠܗܘܢ ܫܡܥܘܢ ܬܘܒܘ ܘܥܡܕܘ ܐܢܫ ܐܢܫ ܡܢܟܘܢ ܒܫܡܗ ܕܡܪܝܐ ܝܫܘܥ ܠܫܘܒܩܢ ܚܛܗܐ ܕܬܩܒܠܘܢ ܡܘܗܒܬܐ ܕܪܘܚܐ ܕܩܘܕܫܐ ܀
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|Atos 2:39|
ܠܟܘܢ ܓܝܪ ܗܘܐ ܫܘܘܕܝܐ ܘܠܒܢܝܟܘܢ ܘܠܟܠܗܘܢ ܐܝܠܝܢ ܕܪܚܝܩܝܢ ܐܝܠܝܢ ܕܗܘ ܐܠܗܐ ܢܩܪܐ ܐܢܘܢ ܀
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40
|Atos 2:40|
ܘܒܡܠܐ ܐܚܪܢܝܬܐ ܤܓܝܐܬܐ ܡܤܗܕ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܘܒܥܐ ܗܘܐ ܡܢܗܘܢ ܟܕ ܐܡܪ ܚܝܘ ܡܢ ܫܪܒܬܐ ܗܕܐ ܡܥܩܡܬܐ ܀
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41
|Atos 2:41|
ܘܐܢܫܝܢ ܡܢܗܘܢ ܥܬܝܕܐܝܬ ܩܒܠܘ ܡܠܬܗ ܘܗܝܡܢܘ ܘܥܡܕܘ ܘܐܬܬܘܤܦܘ ܒܗܘ ܝܘܡܐ ܐܝܟ ܬܠܬܐ ܐܠܦܝܢ ܢܦܫܢ ܀
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42
|Atos 2:42|
ܘܐܡܝܢܝܢ ܗܘܘ ܒܝܘܠܦܢܐ ܕܫܠܝܚܐ ܘܡܫܬܘܬܦܝܢ ܗܘܘ ܒܨܠܘܬܐ ܘܒܩܨܝܐ ܕܐܘܟܪܤܛܝܐ ܀
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43
|Atos 2:43|
ܘܗܘܝܐ ܗܘܬ ܕܚܠܬܐ ܠܟܠ ܢܦܫ ܘܐܬܘܬܐ ܤܓܝܐܬܐ ܘܓܒܪܘܬܐ ܗܘܝܢ ܗܘܝ ܒܝܕ ܫܠܝܚܐ ܒܐܘܪܫܠܡ ܀
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44
|Atos 2:44|
ܘܟܠܗܘܢ ܐܝܠܝܢ ܕܗܝܡܢܘ ܗܘܘ ܐܟܚܕܐ ܗܘܘ ܘܟܠܡܕܡ ܕܐܝܬ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܕܓܘܐ ܗܘܐ ܀
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva