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Afrikaans (1953) -
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35
|Neemias 9:35|
En hulle het in hul koninkryk en by u groot seën wat U hulle geskenk het, en in die wye en vet land wat U aan hulle oorgegee het, U nie gedien nie en hulle nie van hul verkeerde handelinge bekeer nie.
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36
|Neemias 9:36|
Ons is vandag slawe, en die land wat U aan ons vaders gegee het om die vrug en die volle seën daarvan te geniet--daarin is ons slawe.
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37
|Neemias 9:37|
En dit vermeerder sy opbrings vir die konings wat U oor ons gestel het om ons sondes ontwil, en hulle heers oor ons liggame en oor ons vee na hulle willekeur, en ons is in 'n groot benoudheid.
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38
|Neemias 9:38|
Maar op grond van dit alles sluit ons 'n vaste verbond en beskryf dit; en op die verseëlde stuk het ons owerstes, ons Leviete, ons priesters geteken.
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1
|Neemias 10:1|
En op die verseëlde stukke het geteken: Nehemía, die goewerneur, die seun van Hagálja, en Sedekía,
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2
|Neemias 10:2|
Serája, Asárja, Jeremía,
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3
|Neemias 10:3|
Pasgur, Amárja, Malkía,
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4
|Neemias 10:4|
Hattus, Sebánja, Mallug,
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5
|Neemias 10:5|
Harim, Méremot, Obádja,
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6
|Neemias 10:6|
Daniël, Gínneton, Barug,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva