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Afrikaans (1953) -
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|Neemias 4:1|
Maar toe Sanbállat hoor dat ons die muur bou, het hy kwaad geword en hom baie geërg, en hy het met die Jode gespot
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2
|Neemias 4:2|
en voor sy broers en die leër van Samaría gespreek en gesê: Wat maak die magtelose Jode? Sal 'n mens hulle laat begaan? Sal hulle offer? Sal hulle dit vandag nog voltooi? Sal hulle die klippe uit die grondhope lewendig maak, al is dit deur brand verniel?
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3
|Neemias 4:3|
En Tobía, die Ammoniet, het langs hom gestaan en gesê: Wat hulle ook al bou--as 'n jakkals daarteen opspring, sal hy hulle klipmuur omgooi!
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4
|Neemias 4:4|
Hoor, onse God, dat ons 'n veragting geword het; en bring hulle smaad op hulle hoof terug en gee hulle oor aan plundering in 'n land van gevangenskap.
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5
|Neemias 4:5|
En dek hulle ongeregtigheid nie toe nie, en laat hulle sonde nie uitgedelg word voor u aangesig nie; want hulle het U geterg teenoor die bouers.
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6
|Neemias 4:6|
Maar ons het die muur opgebou, en die hele muur is tot op sy helfte herstel; en die volk was met hulle hart in die werk.
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7
|Neemias 4:7|
Maar toe Sanbállat en Tobía en die Arabiere en die Ammoniete en die Asdodiete hoor dat die verbetering aan die mure van Jerusalem vorder, dat die skeure begin toeraak, het hulle baie kwaad geword.
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8
|Neemias 4:8|
En hulle het almal met mekaar 'n sameswering gesmee om teen Jerusalem te gaan veg en daar verwarring te stig.
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9
|Neemias 4:9|
Maar ons het tot onse God gebid en om hulle ontwil 'n wag teen hulle uitgesit, dag en nag.
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10
|Neemias 4:10|
Maar Juda het gesê: Die krag van die lasdraers beswyk, en die puinhoop is groot, sodat ons nie aan die muur kan bou nie.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva