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Afrikaans (1953) -
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1
|Neemias 13:1|
Op dié dag is daar voor die ore van die volk voorgelees uit die boek van Moses, en daarin het geskrywe gestaan dat geen Ammoniet of Moabiet tot in ewigheid in die vergadering van God mag kom nie,
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2
|Neemias 13:2|
omdat hulle die kinders van Israel nie teëgekom het met brood en water nie, en Bíleam teen hulle gehuur het om hulle te vervloek; maar onse God het die vloek in 'n seën verander.
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3
|Neemias 13:3|
En toe hulle die wet hoor, het hulle al die mense van gemengde bloed uit Israel afgesonder.
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4
|Neemias 13:4|
Maar tevore het Éljasib, die priester wat oor die kamers van die huis van onse God aangestel was, 'n verwant van Tobía,
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5
|Neemias 13:5|
vir hom 'n groot kamer ingerig waar hulle vroeër die spysoffer, die wierook en die gereedskappe en die tiendes van koring, mos en olie, die wettige aandeel van die Leviete en die sangers en die poortwagters, en die offergawe aan die priesters neergesit het.
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6
|Neemias 13:6|
Maar gedurende dit alles was ek nie in Jerusalem nie; want in die twee en dertigste jaar van Artasásta, die koning van Babel, het ek by die koning gekom; en ná verloop van tyd het ek verlof gevra van die koning
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7
|Neemias 13:7|
en na Jerusalem gekom. Toe het ek die kwaad opgemerk wat Éljasib gedoen het deur vir Tobía 'n kamer in die voorhowe van die huis van God in te rig.
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8
|Neemias 13:8|
En ek was erg ontstemd, sodat ek al die huisraad van Tobía uit die kamer buitentoe gegooi het,
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9
|Neemias 13:9|
met die bevel dat hulle die kamers moes reinig; en ek het die gereedskappe van die huis van God, die spysoffer en die wierook daarin teruggebring.
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10
|Neemias 13:10|
Ook het ek verneem dat die aandele van die Leviete nie gegee is nie, sodat die Leviete en die sangers wat die dienswerk moes verrig, elkeen na sy grond gevlug het.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva