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Afrikaans (1953) -
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1
|Neemias 6:1|
En toe Sanbállat en Tobía en Gesem, die Arabier, en ons ander vyande verneem dat ek die muur gebou het en dat daar geen skeur in oorgebly het nie, alhoewel ek tot dié tyd toe geen deure in die poorte gesit het nie,
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2
|Neemias 6:2|
laat Sanbállat en Gesem my weet: Kom laat ons bymekaarkom in een van die dorpe, in die laagte van Ono; maar hulle het gemeen om my kwaad aan te doen.
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3
|Neemias 6:3|
Toe stuur ek boodskappers na hulle om te sê: Ek doen 'n groot werk, sodat ek nie kan afkom nie. Waarom moet die werk ophou sodra ek dit verlaat om na julle af te kom?
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4
|Neemias 6:4|
Nog vier keer het hulle op dieselfde manier na my gestuur, en ek hulle op dieselfde manier geantwoord.
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5
|Neemias 6:5|
Daarop stuur Sanbállat op dieselfde manier vir die vyfde keer sy dienaar na my met 'n ope brief in sy hand.
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6
|Neemias 6:6|
Daarin was geskrywe: Die gerug gaan rond onder die volke, en Gasmu sê: Jy en die Jode is van plan om te rebelleer; daarom bou jy die muur, en jy sal hulle koning word--dergelike dinge.
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7
|Neemias 6:7|
Ook het jy profete aangestel om van jou in Jerusalem uit te roep en te sê: Koning in Juda! En nou, sulke dinge sal deur die koning gehoor word; kom dan nou en laat ons saam beraadslaag!
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8
|Neemias 6:8|
Maar ek het hom laat weet: Daar het nie sulke dinge gebeur as dié waar jy van spreek nie, maar jy het dit self versin.
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9
|Neemias 6:9|
Want hulle almal wou ons bang maak en het gedink: Hulle hande sal die werk laat lê, sodat dit nie gedoen word nie. Versterk dan nou my hande!
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10
|Neemias 6:10|
En toe ek in die huis van Semája, die seun van Delája, die seun van Mehetábeël kom, terwyl hy verhinder was, sê hy: Laat ons saamkom in die huis van God, binne-in die tempel, en laat ons die deure van die tempel toesluit; want hulle kom om u dood te maak, ja, hulle sal in die nag kom om u dood te maak.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva