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Afrikaans (1953) -
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18
|Neemias 11:18|
Al die Leviete in die heilige stad was twee honderd vier en tagtig.
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|Neemias 11:19|
En die poortwagters: Akkub, Talmon, en hulle broers wat wag gehou het by die poorte, was honderd twee en sewentig.
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|Neemias 11:20|
En die ander Israeliete, priesters en Leviete, was in al die stede van Juda, elkeen in sy erfdeel.
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21
|Neemias 11:21|
En die tempelbediendes het gewoon op die Heuwel; en Siha en Gispa was oor die tempelbediendes.
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|Neemias 11:22|
En opsigter van die Leviete in Jerusalem was Ussi, die seun van Bani, die seun van Hasábja, die seun van Mattánja, die seun van Miga, van die seuns van Asaf, die sangers, vir die werk in die huis van God;
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23
|Neemias 11:23|
want daar was 'n bevel van die koning aangaande hulle: 'n vaste ordening vir die sangers, na die eis van elke dag.
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|Neemias 11:24|
En Petágja, die seun van Mesesábeël, van die seuns van Serag, die seun van Juda, was verteenwoordiger van die koning in enige saak van die volk.
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|Neemias 11:25|
En wat die dorpe in hulle buiteveld betref, van die kinders van Juda het gewoon in Kirjat-Arba en sy onderhorige plekke, en in Dibon en sy onderhorige plekke, en in Jekábseël en sy dorpe,
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|Neemias 11:26|
en in Jésua en in Moláda en in Bet-Pelet
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|Neemias 11:27|
en in Hasar-Sual en in Berséba en sy onderhorige plekke,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva