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Afrikaans (1953) -
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22
|Neemias 12:22|
Wat die Leviete betref--in die dae van Éljasib, Jójada en Jóhanan en Jaddúa is die familiehoofde opgeskrywe, en die priesters tot aan die regering van Daríus, die Pers.
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|Neemias 12:23|
Die kinders van Levi, die familiehoofde, is opgeskrywe in die boek van die kronieke tot die dae van Jóhanan, die seun van Éljasib.
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|Neemias 12:24|
En die hoofde van die Leviete was: Hasábja, Serébja en Jésua, Kádmiël, en hulle broers was teenoor hulle om te loof en te dank volgens die bevel van Dawid, die man van God, wag naas wag:
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|Neemias 12:25|
Mattánja en Bakbúkja, Obádja. Mesúllam, Talmon, Akkub was poortwagters wat wag gehou het by die voorraadkamers van die poorte.
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|Neemias 12:26|
Hulle was in die dae van Jójakim, die seun van Jésua, die seun van Jósadak, en in die dae van Nehemía, die goewerneur, en van die priester Esra, die skrifgeleerde.
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27
|Neemias 12:27|
En by die inwyding van die muur van Jerusalem is die Leviete uit al hulle woonplekke gesoek, om hulle na Jerusalem te bring ten einde die inwyding te hou met vreugde en dankliedere en met gesang, simbale, harpe en siters.
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|Neemias 12:28|
Toe het die seuns van die sangers byeengekom uit die streek rondom Jerusalem sowel as uit die dorpe van die Netofatiete,
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|Neemias 12:29|
en uit Bet-Gilgal en uit die buiteveld van Geba en Asmáwet, want die sangers het vir hulle dorpe rondom Jerusalem gebou.
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|Neemias 12:30|
En die priesters en die Leviete het hulleself gereinig, en die volk en die poorte en die muur gereinig.
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31
|Neemias 12:31|
En ek het die owerstes van Juda bo-op die muur laat klim en twee groot kore opgestel en optogte, een na regs bo-op die muur na die Aspoort toe;
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva