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Maori -
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11
|1 Pedro 1:11|
I a ratou i rapu ai ko tehea wa, he wa pehea hoki, ta te Wairua o te Karaiti i roto i a ratou i whakapuaki ai, i a ia e whakaatu ana i mua i nga mamae o te Karaiti, i te kororia ano hoki o muri iho.
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12
|1 Pedro 1:12|
I whakakitea mai nei ano ki a ratou, ehara i te mea mo ratou ake, engari mo tatou, nga mea i minitatia ra e ratou, kua korerotia nei hoki ki a koutou inaianei e te hunga i kauwhautia ai te rongopai ki a koutou, he meatanga na te Wairua Tapu i to noa mai nei i te rangi. Hiahia tonu nga anahera ki te matakitaki ki aua mea.
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13
|1 Pedro 1:13|
¶ Heoi whitikiria nga hope o o koutou hinengaro, kia mataara, tumanako atu, a taea noatia te mutunga, ki te aroha noa e kawea mai ki a koutou a te whakakitenga mai o Ihu Karaiti.
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14
|1 Pedro 1:14|
Kia rite ki nga tamariki ngohengohe; kei rite te ahua ki nga hiahia taikaha o mua i a koutou e kuware ana:
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15
|1 Pedro 1:15|
Engari kia rite ki te kaikaranga i a koutou, he tapu hoki ia; kia tapu ano hoki ta koutou whakahaere katoa;
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|1 Pedro 1:16|
Kua tuhituhia na hoki, Kia tapu koutou; he tapu hoki ahau.
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17
|1 Pedro 1:17|
Na, ki te karanga koutou ki te Matua, ko ia nei hei whakawa mo te mahi a tenei, a tenei, kahore ano hoki ana whakapai kanohi, e noho i runga i te mataku i a koutou e noho manene nei:
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18
|1 Pedro 1:18|
Kia mahara ehara nga mea pirau, te hiriwa, te koura, i te utu mo koutou, i puta mai ai i a koutou ritenga tekateka i whakarerea mai e o koutou matua;
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19
|1 Pedro 1:19|
Engari he toto utu nui me te mea no te reme kohakore, pokekore, ara no te Karaiti.
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20
|1 Pedro 1:20|
I whakaritea nei i mua o te orokohanganga o te ao, a kua whakakitea mai nei i te mutunga o nga wa, he whakaaro hoki ki a koutou,
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva