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Maori -
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21
|1 Pedro 1:21|
Kua meinga nei e ia kia whakapono ki te Atua, nana nei ia i whakaara ake i te mate, a hoatu ana ki a ia he kororia; kia whai whakapono ai koutou, kia whai tumanakotanga atu ai ki te Atua.
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22
|1 Pedro 1:22|
Kua horoia nei e koutou o koutou wairua, i a koutou kua meinga nei e te Wairua kia ngohengohe ki te pono, e kore iho ai he tinihanga o te aroha ki nga teina, na, kia nui te aroha o tetahi ki tetahi, he aroha a ngakau:
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23
|1 Pedro 1:23|
He mea whanau hou hoki koutou, ehara i te mea no te purapura pirau, engari no te mea piraukore, na te kupu a te Atua, e ora nei, e u tonu nei, ake ake.
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24
|1 Pedro 1:24|
¶ Rite tonu hoki ki te tarutaru nga kikokiko katoa; ko te kororia katoa ano hoki o te tangata, ano he puawai tarutaru. E maroke te tarutaru, e ngahoro tona puawai:
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25
|1 Pedro 1:25|
Ko te kupu ia a te Ariki, mau tonu ake ake. Ko te kupu ano tenei o te rongopai e kauwhautia atu nei ki a koutou.
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1
|1 Pedro 2:1|
¶ Na, whakarerea atu nga mauahara katoa, nga hianga katoa, nga tinihanga, nga hae, me nga kupu ngautuara katoa,
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2
|1 Pedro 2:2|
Kia rite ki nga tamariki whanau hou, hiahiatia atu te waiu kore tinihanga o te kupu, ko te mea hoki ia e tupu ai koutou ki te ora tonu:
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3
|1 Pedro 2:3|
Ki te mea kua whakamatautau koutou he tikanga ngawari ta te Ariki.
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4
|1 Pedro 2:4|
¶ Ko to koutou haerenga mai ki a ia ki te kohatu ora, i whakakahoretia nei e nga tangata, he mea whiriwhiri ia na te Atua, he mea utu nui;
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5
|1 Pedro 2:5|
Ka hanga hoki koutou, ano he kohatu ora hei whare, ara hei mea wairua, hei tohungatanga tapu, hei tapae atu i nga patunga tapu, ara i nga mea wairua, he mea e manakohia ana e te Atua i runga i a Ihu Karaiti.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva