-
-
Maori -
-
21
|1 Pedro 1:21|
Kua meinga nei e ia kia whakapono ki te Atua, nana nei ia i whakaara ake i te mate, a hoatu ana ki a ia he kororia; kia whai whakapono ai koutou, kia whai tumanakotanga atu ai ki te Atua.
-
22
|1 Pedro 1:22|
Kua horoia nei e koutou o koutou wairua, i a koutou kua meinga nei e te Wairua kia ngohengohe ki te pono, e kore iho ai he tinihanga o te aroha ki nga teina, na, kia nui te aroha o tetahi ki tetahi, he aroha a ngakau:
-
23
|1 Pedro 1:23|
He mea whanau hou hoki koutou, ehara i te mea no te purapura pirau, engari no te mea piraukore, na te kupu a te Atua, e ora nei, e u tonu nei, ake ake.
-
24
|1 Pedro 1:24|
¶ Rite tonu hoki ki te tarutaru nga kikokiko katoa; ko te kororia katoa ano hoki o te tangata, ano he puawai tarutaru. E maroke te tarutaru, e ngahoro tona puawai:
-
25
|1 Pedro 1:25|
Ko te kupu ia a te Ariki, mau tonu ake ake. Ko te kupu ano tenei o te rongopai e kauwhautia atu nei ki a koutou.
-
1
|1 Pedro 2:1|
¶ Na, whakarerea atu nga mauahara katoa, nga hianga katoa, nga tinihanga, nga hae, me nga kupu ngautuara katoa,
-
2
|1 Pedro 2:2|
Kia rite ki nga tamariki whanau hou, hiahiatia atu te waiu kore tinihanga o te kupu, ko te mea hoki ia e tupu ai koutou ki te ora tonu:
-
3
|1 Pedro 2:3|
Ki te mea kua whakamatautau koutou he tikanga ngawari ta te Ariki.
-
4
|1 Pedro 2:4|
¶ Ko to koutou haerenga mai ki a ia ki te kohatu ora, i whakakahoretia nei e nga tangata, he mea whiriwhiri ia na te Atua, he mea utu nui;
-
5
|1 Pedro 2:5|
Ka hanga hoki koutou, ano he kohatu ora hei whare, ara hei mea wairua, hei tohungatanga tapu, hei tapae atu i nga patunga tapu, ara i nga mea wairua, he mea e manakohia ana e te Atua i runga i a Ihu Karaiti.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva