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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|Provérbios 27:1|
Ne fanfaronu pri la morgauxa tago; CXar vi ne scias, kion naskos la tago.
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2
|Provérbios 27:2|
Alia vin lauxdu, sed ne via busxo; Fremdulo, sed ne viaj lipoj.
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3
|Provérbios 27:3|
Peza estas sxtono, kaj sablo estas sxargxo; Sed kolero de malsagxulo estas pli peza ol ambaux.
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4
|Provérbios 27:4|
Kolero estas kruelajxo, kaj furiozo estas superakvego; Sed kiu sin tenos kontraux envio?
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5
|Provérbios 27:5|
Pli bona estas riprocxo nekasxita, Ol amo kasxita.
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6
|Provérbios 27:6|
Fidelkoraj estas la batoj de amanto; Sed tro multaj estas la kisoj de malamanto.
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7
|Provérbios 27:7|
Sata animo malsxatas mieltavolon, Sed por malsata animo cxio maldolcxa estas dolcxa.
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8
|Provérbios 27:8|
Kiel birdo, kiu forlasis sian neston, Tiel estas homo, kiu forlasis sian lokon.
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9
|Provérbios 27:9|
Oleo kaj odorfumajxo gxojigas la koron, Kaj la konsilo de amiko estas dolcxajxo por la animo.
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10
|Provérbios 27:10|
Ne forlasu vian amikon kaj la amikon de via patro, Kaj en la domon de via frato ne iru en la tago de via mizero; Pli bona estas najbaro proksima, ol frato malproksima.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva