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Esperanto -
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|Provérbios 31:17|
SXi zonas siajn lumbojn per forto Kaj fortikigas siajn brakojn.
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18
|Provérbios 31:18|
SXi komprenas, ke sxia komercado estas bona; SXia lumilo ne estingigxas en la nokto.
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19
|Provérbios 31:19|
SXi etendas sian manon al la sxpinilo, Kaj sxiaj fingroj tenas la sxpinturnilon.
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20
|Provérbios 31:20|
SXi malfermas sian manon al la malricxulo Kaj etendas siajn manojn al la senhavulo.
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21
|Provérbios 31:21|
SXi ne timas la negxon por sia domo, CXar sxia tuta domanaro estas vestita per rugxa teksajxo.
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22
|Provérbios 31:22|
SXi faras al si kovrojn; Delikata tolo kaj purpuro estas sxiaj vestoj.
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23
|Provérbios 31:23|
SXia edzo estas konata cxe la pordego, Kie li sidas kune kun la maljunuloj de la lando.
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24
|Provérbios 31:24|
SXi faras teksajxon kaj vendas, Kaj zonojn sxi donas al la komercisto.
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25
|Provérbios 31:25|
Fortika kaj bela estas sxia vesto, Kaj sxi ridas pri la venonta tago.
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26
|Provérbios 31:26|
Sian busxon sxi malfermas kun sagxo; Bonkora instruo estas sur sxia lango.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva