-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|1 Reis 6:1|
¶ Na i te wha rau e waru tekau o nga tau o te putanga mai o nga tama a Iharaira i te whenua o Ihipa, i te wha o nga tau o te kingitanga o Horomona ki a Iharaira, i marama Tiwhi, ara i te rua o nga marama, ka timata ia te hanga i te whare o Ihowa.
-
2
|1 Reis 6:2|
Na, ko te whare i hanga nei e Kingi Horomona mo Ihowa, e ono tekau whatianga te roa, e rua tekau whatianga te whanui, a ko te tiketike e toru tekau whatianga.
-
3
|1 Reis 6:3|
Na, ko te whakamahau i te roro o te temepara o te whare, e rua tekau whatianga te roa, rite tonu ki te whanui o te whare; kotahi tekau whatianga te whanui i mua mai i te whare.
-
4
|1 Reis 6:4|
Na i hanga e ia etahi matapihi mo te whare, he tu arapaki mau tonu.
-
5
|1 Reis 6:5|
I hanga ano e ia etahi ruma ki te taha o te whare a whawhe noa, ki nga taha o te whare a whawhe noa, ki o te temepara, a ki o te ahurewa: na hanga ana e ia nga ruma ki te taha a whawhe noa.
-
6
|1 Reis 6:6|
E rima whatianga te whanui o to raro ruma, e ono whatianga te whanui o to waenganui, e whitu whatianga te whanui o te tuatoru: i whakapiritia hoki etahi pokohiwi ki waho o te whare a taka noa, kei whakaukia nga kurupae ki nga taha o te whare.
-
7
|1 Reis 6:7|
Na, ko te whare, i tona hanganga, he mea hanga ki te kohatu kua oti noa ake te whakapai, mai te rua kohatu: kahore hoki he hama, he toki ranei, tetahi mea rino ranei i rongona ki te whare i tona hanganga.
-
8
|1 Reis 6:8|
Ko te tatau o te paparanga ruma o waenga i te taha ki matau o te whare: he mea awhiowhio te arawhata i piki ai ki to waenga paparanga, ma roto atu i to waenga ki te tuatoru.
-
9
|1 Reis 6:9|
Heoi hanga ana e ia te whare a oti ake; he hita nga kurupae me nga papa i hipokina ai e ia te whare.
-
10
|1 Reis 6:10|
I hanga e ia he ruma ki nga taha katoa o te whare, e rima whatianga te tiketike; he hita nga rakau i tau iho ai aua ruma ki te whare.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva