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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|1 Reis 7:1|
¶ Na kotahi tekau ma toru nga tau o Horomona e hanga ana i tona whare ake, na kua oti i a ia tona whare katoa.
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2
|1 Reis 7:2|
Nana hoki i hanga te whare o te ngahere o Repanona; ko te roa, kotahi rau whatianga, ko te whanui e rima tekau whatianga, ko te tiketike e toru tekau whatianga; ko te turanga e wha nga rarangi pou, he mea hita, he kurupae hita ano i runga i aua p ou.
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3
|1 Reis 7:3|
He hita te hipoki i runga i nga kurupae, i runga hoki era i nga pou e wha tekau ma rima, kotahi tekau ma rima ki te rarangi.
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4
|1 Reis 7:4|
A e toru nga rarangi o nga matapihi; rite tonu tenei wini ki tenei wini; e toru nga rarangi.
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5
|1 Reis 7:5|
Na he porowha nga tatau katoa, nga pou tatau me nga matapihi: me te anga ano tenei matapihi ki tenei matapihi; e toru nga rarangi.
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6
|1 Reis 7:6|
I hanga ano e ia etahi pou hei whakamahau; e rima tekau whatianga te roa, e toru tekau whatianga te whanui: na he whakamahau i mua i era pou: i mua hoki i era he pou me nga kurupae matotoru.
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7
|1 Reis 7:7|
Na ka hanga e ia he whakamahau mo te torona, mo te wahi e whakarite whakawa ai ia, ara te whakamahau whakawa; he mea hipoki ki te hita i tetahi taha o te papa a tae noa ki tetahi taha.
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8
|1 Reis 7:8|
Me tona whare i noho ai ia, he marae tona i roto atu i te whakamahau, rite tonu te hanga. I hanga ano e Horomona he whare mo te tamahine a Parao i marenatia nei e ia; ko tona rite ko tenei whakamahau.
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9
|1 Reis 7:9|
He kohatu utu nui enei katoa, he mea tarai ra ano, he mea ruri ano, he mea kani, a rato, a waho, o te turanga ake ano, ki nga whakapaipai i runga; pera tonu i te taha ki waho whaka te marae nui.
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10
|1 Reis 7:10|
He kohatu utu nui ano te turanga, he kohatu nunui, he kohatu kotahi tekau nei nga whatianga, he kohatu e waru nei nga whatianga.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva