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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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41
|1 Reis 7:41|
I nga pou e rua, i nga peihana o nga pane i te pito ki runga o nga pou; i nga kupenga e rua hei kopaki mo nga peihana e rua o nga pane i nga pito ki runga o nga pou;
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42
|1 Reis 7:42|
I nga pamekarenete e wha rau mo nga kupenga e rua, e rua rarangi pamekaranete mo te kupenga kotahi, hei kopaki mo nga peihana e rua o nga pane i nga pito ki runga o nga pou;
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43
|1 Reis 7:43|
I nga turanga kotahi tekau, i nga oko horoi kotahi tekau i runga o nga turanga;
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44
|1 Reis 7:44|
I te moana kotahi, i nga kau kotahi tekau ma rua i raro i te moana;
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45
|1 Reis 7:45|
I nga pata, i nga koko pungarehu, i nga peihana. Na, ko enei mea katoa i hanga nei e Hirama ma Kingi Horomona, ki roto ki te whare o Ihowa, he parahi kanapa katoa.
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46
|1 Reis 7:46|
I whakarewaina aua mea e te kingi ki te mania o Horano ki te wahi onematua i waenganui o Hukota, o Taretana.
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47
|1 Reis 7:47|
A i waiho noa iho nga mea katoa e Horomona, kahore i paunatia, he tini rawa hoki; kihai hoki i kitea te taimaha o te parahi.
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48
|1 Reis 7:48|
¶ A i hanga e Horomona nga oko katoa o te whare o Ihowa: te aata koura, me te tepu, he koura, i runga nei te taro aroaro;
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49
|1 Reis 7:49|
Me nga turanga rama he parakore nei te koura, e rima ki te taha ki matau, e rima ki te taha ki maui, i mua o te ahurewa; me nga puawai, me nga rama, me te kokopi koura;
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50
|1 Reis 7:50|
Me nga kapu, me nga kuku, me nga peihana, me nga koko, me nga tahu kakara, he parakore te koura; me nga inihi koura mo nga tatau o te whare i roto, ara o te wahi tino tapu, mo nga tatau o te whare, ara o te temepara.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva