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Maori -
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1
|Malaquias 4:1|
¶ Ta te mea, nana, kei te haere mai te ra, e ngiha ai ano he oumu; na, ko te hunga whakakake katoa, me te hunga katoa e mahi ana i te kino hei kakau witi ratou: a ka tahuna e te ra meake nei puta, e ai ta Ihowa o nga mano, e kore ano he pakiaka, he manga e mahue ki a ratou.
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2
|Malaquias 4:2|
Ki a koutou ia e wehi na i toku ingoa ka ara ake te ra o te tika, he whakaora mate hoki i runga i ona parirau; a ka puta mai koutou, ka tupekepeke ano he kuao kau no te turanga kau.
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3
|Malaquias 4:3|
Ka takatakahia ano e koutou te hunga kino; ka rite hoki ratou ki nga pungarehu i raro i nga kapu o o koutou waewae i te ra e mahi ai ahau, e ai ta Ihowa o nga mano.
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4
|Malaquias 4:4|
¶ Kia mahara ki te ture a taku pononga, a Mohi, ki taku i whakahau ai ki a ia i Horepa, he mea mo Iharaira katoa, ki nga tikanga, ki nga whakaritenga.
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5
|Malaquias 4:5|
Nana, ka unga atu e ahau a Iraia poropiti ki a koutou i mua i te taenga mai o te ra nui o Ihowa, o te ra whakamataku.
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6
|Malaquias 4:6|
A ka tahuri i a ia nga ngakau o nga matua ki nga tamariki, me nga ngakau o nga tamariki ki o ratou matua; kei haere atu ahau, kei patu i te whenua ki te kanga.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva