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Maori -
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1
|Malaquias 2:1|
¶ Na inaianei he whakahau tenei mo koutou, e nga tohunga.
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2
|Malaquias 2:2|
Ki te kore koutou e rongo, ki te kore e takoto i o koutou ngakau kia homai he kororia ki toku ingoa, e ai ta Ihowa o nga mano, ina ka tukua atu e ahau he kanga ki a koutou, ka kanga ano e ahau a koutou manaaki: ae ra, kua oti ano i ahau te kanga, no te mea kahore i te ngoto ki o koutou ngakau.
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3
|Malaquias 2:3|
Nana, ka riria e ahau te purapura, he mea mo koutou, ka akiritia atu hoki he paru kararehe ki runga ki o koutou mata, ara ko te paru o a koutou whakahere; a ka riro tahi atu koutou me tena.
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4
|Malaquias 2:4|
A ka mohio koutou naku tenei whakahau i tuku ki a koutou, kia mau ai taku kawenata ki a Riwai, e ai ta Ihowa o nga mano.
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5
|Malaquias 2:5|
I a ia taku kawenata mo te ora, mo te rongo mau; he mea hoatu naku ki a ia kia wehi ai ia, a i wehi ia ki ahau, a hopohopo ana ki toku ingoa.
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6
|Malaquias 2:6|
I roto i tona mangai te ture o te pono, kihai hoki te he i kitea ki ona ngutu: i haere tahi ia i ahau i runga i te rongo mau, i te tika, he tini hoki i tahuri mai i a ia i te kino.
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7
|Malaquias 2:7|
Ko te tikanga hoki ma nga ngutu o te tohunga he tiaki matauranga, a ma ratou e rapu te ture ki tona mangai: no te mea ko te karere ia a Ihowa o nga mano.
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8
|Malaquias 2:8|
Ko koutou ia kua peka ke i te ara, kua mea i te ture hei tutukitanga waewae mo etahi, he tokomaha; he iho i a koutou te kawenata ki a Riwai, e ai ta Ihowa o nga mano.
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9
|Malaquias 2:9|
Na kua meinga na koutou e ahau kia whakahaweatia, kia iti, i te aroaro o nga tangata katoa, kua rite ki ta koutou kihai na i mau ki aku ara; a i nga mea o te ture he whakapai tangata ta koutou.
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10
|Malaquias 2:10|
¶ He teka ianei kotahi ano te papa o tatou katoa? he teka ianei kotahi ano te Atua nana tatou i hanga? he aha tatou i tinihanga ai, te tuakana ki te teina, i whakanoa ai i te kawenata ki o tatou matua?
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva