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Maori -
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|Malaquias 2:11|
Kua tinihanga a Hura, e mahia ana hoki te mea whakarihariha i roto i a Iharaira, i Hiruharama; kua noa hoki i a Hura te tapu o Ihowa, tana hoki i aroha ai, a marenatia ana mana te tamahine a te atua ke.
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12
|Malaquias 2:12|
Ka hatepea atu e Ihowa ki te tangata nana tenei mahi te kaiwhakaoho raua ko te tangata whakao, i roto i nga teneti o Hakopa, ratou ano ko te kaitapae i te whakahere ki a Ihowa o nga mano.
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13
|Malaquias 2:13|
Na kei te mahi ano koutou i tenei: kei te hipoki koutou i te aata a Ihowa ki te roimata, ki te tangi, ki te aue, nawai a ka kore ia e aro ki te whakahere i muri atu, kahore hoki e manako ki te tango mai i ta to koutou ringa.
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14
|Malaquias 2:14|
Heoi e mea na koutou, Na te aha? No te mea he kaiwhakaatu a Ihowa mo tau ki te wahine o tou taitamarikitanga i tinihangatia ra e koe, ahakoa ko ia tou hoa, ko te wahine o tau kawenata.
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15
|Malaquias 2:15|
He teka ianei kotahi tana i hanga ai, ahakoa i a ia ano te toenga iho o te wairua? A na te aha i kotahi ai? I rapu ia i te uri atua. Na tiakina to koutou wairua, kaua hoki tetahi e tinihanga ki te wahine o tona taitamarikitanga.
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|Malaquias 2:16|
E kino ana hoki ahau ki te whakarere, e ai ta Ihowa, ta te Atua o Iharaira; ki te hipoki ano hoki i tona kakahu ki te tutu, e ai ta Ihowa o nga mano; no reira tiakina to koutou wairua, kia kaua koutou e tinihanga.
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17
|Malaquias 2:17|
Kua hoha a Ihowa i a koutou kupu. A e mea na koutou, I whakahohatia ia e matou ki te aha? I a koutou e ki na, He pai ki te titiro a Ihowa nga tangata katoa e mahi ana i te kino, e manako ana hoki ia ki a ratou. Kei hea oti te Atua o te whakawa?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva