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Maori -
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|Malaquias 3:1|
¶ Tenei te unga atu nei e ahau taku karere, mana e whakapai te ara i mua i ahau, a kitea rawatia ake, kua tae te Ariki, e rapua nei e koutou, ki tona temepara; na ko te anahera o te kawenata, ko ta koutou e ngakau nui na, nana, tera ia ka tae atu, e ai ta Ihowa o nga mano.
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2
|Malaquias 3:2|
A ko wai e u i te ra e tae mai ai ia? ko wai hoki e tu, ina puta mai ia? e rite ana hoki ia ki te ahi a te kaitahi para, ki te mea horoi a te kaihoroi:
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3
|Malaquias 3:3|
Ka noho ano ia, ka rite ki te kaitahi para, ki te kaiwhakapai hiriwa, a ka whakapaia e ia nga tama a Riwai, ka whakahemokia to ratou para, ano he koura, he hiriwa: kia tapaea ai e ratou he whakahere ki a Ihowa i runga i te tika.
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4
|Malaquias 3:4|
Ko reira te whakahere a Hura raua ko Hiruharama rekaina ai e Ihowa, ka rite ki nga ra o mua, ki nga tau onamata.
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5
|Malaquias 3:5|
Ka whakatata atu ano ahau ki a koutou ki te whakawa; ka hohoro ano ahau hei kaiwhakaatu i te he o nga kaimakutu, o te hunga puremu, o nga kaioati teka, o te hunga e tahae ana i nga utu o te kaimahi, i ta te pouaru, i ta te pani, e whakapeau ke an a i ta te manene, a kahore e wehi i ahau, e ai ta Ihowa o nga mano.
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6
|Malaquias 3:6|
Ko ahau hoki, ko Ihowa, kahore ahau e puta ke; na reira koutou, e nga tama a Hakopa, i kore ai e pau.
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7
|Malaquias 3:7|
¶ No nga ra o o koutou matua i whakarerea ai e koutou aku tikanga, kihai ano i puritia e koutou. Hoki mai ki ahau, a ka hoki atu ahau ki a koutou, e ai ta Ihowa o nga mano. Heoi kei te mea na koutou, Kia pehea ta matou hoki atu?
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8
|Malaquias 3:8|
E tahae ranei te tangata i ta te Atua? Heoi e tahae na koutou i taku. A e mea na koutou, He pehea ta matou tahae i tau? Ki nga whakatekau ra, me nga whakahere.
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9
|Malaquias 3:9|
Kua kanga, kua kanga koutou: ko koutou hoki kei te tahae i taku, ara ko tenei iwi katoa.
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|Malaquias 3:10|
Maua katoatia mai te whakatekau ki roto ki te toa, kia whai kai ai toku whare, waiho hoki tenei hei whakamatautau moku, e ai ta Ihowa o nga mano, me kahore e tuwhera i ahau nga matapihi o te rangi ki a koutou, a ka ringihia he manaaki ki a kouto u, a kia kore ra ano he takotoranga.
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02 de setembro LAB 611
VISÃO REAL
Ezequiel 18-20
Hoje, é o dia do repórter fotográfico. E isso, pra nós que trabalhamos com comunicação, é muito importante. Porque é na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia. Então, é por isso que o fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. E, nessa arte do repórter fotográfico, o item fundamental é o impacto; o elemento imprescindível é a informação. Portanto, a todos que conseguem fazer com que as imagens fotográficas, de forma impactante e silenciosa, transmitam informações relevantes, comunicativas, documentativas, belas e aproveitáveis ao benefício da sociedade e da humanidade, meus sinceros parabéns.
Existem muitos espaços gráficos que são compostos apenas de letras, linhas e parágrafos. Tem livros que são assim, sem nem uma gravura, nem uma ilustração visual. Destes textos, você precisa criar, mentalmente, os quadros. Isto é inevitável. Ao ler, você vai imaginando as cenas, as imagens, os retratos. E nisso a palavra escrita apresenta um tipo de poder maior que o do cinema, que é a transmissão simultânea de diferentes “imagens” procedidas do conceito interpretativo de cada pessoa.
Há outros espaços gráficos que são compostos praticamente apenas de imagens e quadros. Tipo um perfil de Orkut sem nenhum comentário, mas cheio de fotos. Como uma sala de museu de artes plásticas, sem legendas. Nestes lugares, você aprecia, admira, imagina e forma opiniões. Espaços assim também têm um tipo de poder maior que o de grandes enciclopédias e bibliotecas, que é a transmissão simultânea de diferentes “conceitos”, procedidos do que cada pessoa interpreta na visualização das imagens.
E existe ainda outro espaço que não é nem apenas um e nem outro dos dois citados nos dois parágrafos acima. Abra sua Bíblia em Ezequiel 18-20, e bem vindo a esta biblio-galeria; galera de Bíblia na mão é gente que pode sublimar em princípios e valores. A princípio, a Bíblia parece ser um tipo de espaço gráfico que citei no segundo parágrafo deste texto. Mas não é, pois a vontade de Deus é que, enquanto você estiver lendo, você não forme qualquer quadro em sua mente, mas sim, que você imagine o correto. Por outro lado, a leitura bíblica não pode nos trazer o pluralismo, mas sim, levar-nos à absoluta verdade.
Antes de fazer a leitura de hoje, peça que o Espírito Santo ajude-lhe a, realmente, “ver”.
Valdeci Júnior
Fátima Silva